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Por Gustavo Fonseca - redacao@diarinho.com.br

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Como falar de improviso?

Publicado 16/01/2022 17:41

Speaker, tudo bem?

Se preparar para situações que não estavam previamente planejadas é uma das formas de zelar por nossa imagem pessoal, ou seja, aquela que transmitimos aos demais.

O que isso quer dizer? Quando temos um evento importante – seja ele uma reunião de trabalho ou uma apresentação em público –, nos preparamos previamente, não é verdade? Revemos nosso conteúdo, programamos o que queremos dizer e como queremos transmitir essa mensagem.

No entanto, no dia a dia pessoal e profissional, podemos ser surpreendidos com demandas que não estavam no script e isso tem sido cada vez mais comum no mercado de trabalho contemporâneo.

Substituir o colega que estava a cargo de uma apresentação, encontrar-se com um potencial investidor e ter a oportunidade de falar sobre um projeto, ser convidado para fazer um discurso em um evento... Todas essas são situações que podem acontecer e que precisam de uma habilidade: saber falar de improviso.

Felizmente, por ser uma habilidade, é possível desenvolver e aprimorar essa competência. Como? Siga a leitura e veja algumas dicas! 

Esteja sempre por dentro dos assuntos ligados à sua profissão

Quando o assunto é falar de improviso, as pessoas tendem a ter uma noção equivocada dessa habilidade. Improvisar é falar sobre algo que conhecemos (ou que deveríamos conhecer), sem ter tido o tempo para planejar o conteúdo com antecedência. 

Em outras palavras, falar de improviso não é abordar algum tema que não dominamos. Entender a diferença entre uma situação e outra é o primeiro passo para desenvolver essa habilidade. 

Nesse sentido, estar por dentro de tudo o que envolve o nosso trabalho e área de atuação é de suma importância. Se você faz parte de um projeto multidisciplinar, por exemplo, não se limite a compreender somente o que está diretamente ligado às suas obrigações: entenda o projeto como um todo, caso tenha que falar sobre ele.

Mantenha-se bem informado sobre as notícias regionais, nacionais e internacionais

Além de se informar sobre o seu nicho especificamente, é importante ter uma boa noção do que acontece ao seu redor. Sendo assim, procure ler as notícias ligadas à sua região, as principais notícias do país e do mundo. 

Saber o que está acontecendo em seu entorno é importantíssimo para falar de improviso e, claro, para se manter sempre atualizado e bem informado. 

Se você se encontrar com um potencial investidor de forma inesperada, poderá iniciar a conversa falando sobre algo que aconteceu e, a partir disso, relacionar com a sua ideia ou empreendimento. 

Tenha o chamado “assunto de apoio” 

Todos temos – ou deveríamos ter – um determinado tema que dominamos melhor e, justamente por isso, que podemos abordar com mais segurança. Em situações de improviso, esse tema faz uma enorme diferença, principalmente para lidar com o nervosismo. 

Por mais que estejamos preparados para encarar situações de improviso, o nervosismo pode fazer com que seja mais difícil lidar com elas. Assim, começar a nossa fala abordando o assunto de apoio é uma forma de controlarmos essa ansiedade até que consigamos fazer uma “ponte” entre tal assunto e o tema sobre o qual teremos que discorrer. 

Aprenda a contar uma história

Dominar a técnica da storytelling é um diferencial em diversos momentos, incluindo quando temos que falar de improviso. 

Saber contar uma boa história é, na verdade, lograr transmitir um determinado conteúdo através de narrativas interessantes, capazes de chamar e reter a atenção da audiência. 

Desse modo, contar uma história é, por si só, uma ferramenta interessante para conquistar a atenção dos ouvintes e aumentar a autoconfiança. Nos improvisos, recorrer a isso é uma forma de chegar aos poucos ao tema central, fazendo uso do assunto de apoio, que citamos no tópico anterior. 

Dominar a sua expressão corporal

Outra competência que deve estar sempre como prioridade é a de dominar a expressão corporal, isto é, os gestos, a impostação vocal, a postura, olhares e expressões faciais.

Em situações de exposição de fala previstas (ou seja, aquelas para as quais temos tempo de nos preparar), é importante dedicar uma parte do treinamento para pensar também na dinâmica não falada. 

Em momentos de improviso, por sua vez, quando não há essa possibilidade, é preciso redobrar a atenção para que a ansiedade e o nervosismo não atrapalhem nossa expressão corporal e linguagem não-falada como um todo. 

 

Ao aprimorar e desenvolver habilidade ligadas à oratória, fica mais fácil lidar com todos os tipos de situações que envolvem a exposição de fala, incluindo, claro, as de improviso. Pense nisso! 




Fonte:

www.thespeaker.com.br 


Como saber se um imóvel cabe no seu orçamento?

Publicado 03/01/2022 16:43

Para muitos brasileiros, o sonho de ter a casa própria pode parecer bem distante. Mas como vamos mostrar neste artigo, é possível aproximá-lo da nossa realidade financeira adotando algumas estratégias. 

Nesse sentido, é especialmente importante encontrar um imóvel que caiba dentro do nosso orçamento.

Para isso, não basta pesquisar pelas opções com um valor mais atrativo. Também é necessário compreender os diferentes custos implicados na aquisição do imóvel, como ajustar o nosso orçamento para esse fim e que opções de crédito podem atender à nossa demanda. 

Entenda melhor a seguir.

Saiba quando é hora de comprar um novo imóvel

Nem todo mundo pode e nem todo mundo quer comprar um imóvel para chamar de seu. É preciso avaliar se o contexto atual da sua vida, incluindo as suas finanças, indicam a necessidade e a possibilidade de fazer essa compra.

Primeiramente, é recomendável que a sua vida financeira esteja estável, afinal a aquisição de um novo imóvel requer altas somas, que normalmente são pagas mensalmente, na forma de parcelas de um financiamento, por exemplo. 

Para garantir que você será capaz de quitar todos os custos, é bom organizar as finanças antes.

Outros elementos podem indicar que é a hora de comprar um imóvel. Entre eles, destacamos:

  • Sua família cresceu e já não cabe todo mundo no lugar atual
  • Seu atual endereço fica longe do trabalho
  • Você deseja se mudar para um local com melhor qualidade de vida, mais segurança, menores custos, etc.
  • Seu custo com aluguel é muito alto
  • Você deseja sair da casa dos seus pais, de outros parentes ou de amigos e ter um lugar só seu
  • Você se casou ou teve filhos e precisa de um lugar melhor para sua família

Veja também: Comprar ou alugar um imóvel: qual o melhor?

Afinal, como saber se o imóvel cabe no orçamento?

Ao adquirir um imóvel, costumamos avaliar diversos aspectos, desde a localização, o tamanho, a estrutura e a aparência do mesmo, até, obviamente, o seu preço. 

Esse fator, embora de grande importância, é muitas vezes tratado de forma secundária pelos consumidores. Mas não é só ele que compõe o aspecto financeiro do negócio. Como você verá, há outros valores envolvidos.

Saiba quais são seus gastos e receitas

Antes de escolher um imóvel, é preciso avaliar a situação das suas finanças. Isso determinará que tipo de imóvel e que tipo de pagamento estará acessível. 

Uma das formas financeiramente mais vantajosas (talvez a mais vantajosa) de comprar um imóvel é pagando por ele à vista. Isso requer do consumidor uma renda alta ou um longo período fazendo economias ou investimentos.

Outra forma muito utilizada é o financiamento, especialmente quando o cliente dá um valor de entrada e financia o restante. Em todo caso, é necessário ter uma renda compatível com os futuros gastos e se organizar financeiramente para pagá-los.

Primeiramente, você deve colocar no papel, ou numa planilha, a sua renda, os seus gastos e o seu patrimônio de modo geral. Desse modo, saberá quais valores estão dentro da sua realidade financeira. 

A organização das suas finanças também é importante para definir e cumprir metas de poupança, bem como estipular o valor das parcelas que você conseguirá quitar.

Os especialistas recomendam que não se comprometa mais de 30% da renda mensal com dívidas de longo prazo. Portanto, avalie se, ao adicionar as parcelas do imóvel ou do financiamento, esse percentual será excedido.

Veja qual o valor necessário para aquisição

É necessário avaliar todos os custos da operação e ver se eles se encaixam no seu orçamento. Nesse sentido, a forma de pagamento escolhida será determinante. Caso opte por um financiamento, considere o valor da entrada (recomenda-se dar pelo menos 1/3 do valor total como entrada) e se você o terá à disposição, lembrando que também é possível usar o seu FGTS na compra do imóvel.

Avalie também o impacto das parcelas, que crescem com o tempo, na sua renda mensal. Lembrando que, quanto maior a entrada e quanto menor o prazo para pagar as parcelas do financiamento, menor o custo total.

Custos do financiamento

A taxa de juros é, sem dúvidas, um componente essencial do custo do financiamento. Mas outras taxas e impostos também devem ser considerados:

  • Tarifa de Avaliação do Imóvel: entre R$ 3000 e R$ 4000
  • Tarifa de Avaliação Jurídica: entre R$ 3000 e R$ 4000
  • Tarifa de administração: cerca de R$ 25 em cada parcela
  • Seguros, como seguro de Danos Físicos ao Imóvel (DFI) e Morte e Invalidez Permanente (MIP): 3 a 5% do valor do imóvel

Esses valores podem ou não ser cobrados junto com as parcelas. Para ter uma ideia inicial de quanto tudo ficará, faça uma simulação de financiamento. Depois, solicite todas essas informações à instituição de crédito antes da assinatura do contrato.

Outros custos

Há ainda outros custos para incluir na conta, independente da modalidade de compra:

  • Comissão paga à corretora
  • Emissão de documentos, como registro e escritura do imóvel
  • Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)
  • Possíveis adaptações ou reparos a serem feitos
  • Condomínio
  • IPTU

Pesquise diferentes opções antes de escolher

Pesquise tanto o imóvel com melhor preço, como a melhor opção de adquirir. Através da internet, você poderá encontrar diversas opções e avaliar qual a que mais se encaixa no seu orçamento e nas suas necessidades. 

Recomendamos usar sites de comparação de imóveis e sites de comparação de crédito (como o Juros Baixos).

Com relação aos financiamentos, avalie com cuidado todos os custos que mencionamos acima. Quanto ao imóvel em si, fatores além do custo de aquisição devem ser considerados, como a localização, o tamanho e a estrutura.

Opções para custear o imóvel

O financiamento é normalmente a forma mais usada para adquirir um imóvel. Nesse sentido, é recomendado que o consumidor pague o maior valor de entrada possível e escolha o menor prazo de pagamento possível, o que diminui o custo da operação.

Porém, há outras opções que também podem ser vantajosas, especialmente o empréstimo com garantia de imóvel e o empréstimo com garantia de veículo

Em ambos os casos, o consumidor tem acesso a taxas de juros baixas, mas o primeiro é acessível apenas para quem já tem imóvel próprio.


Recurso suspensão CNH: como fazer?

Publicado 27/11/2021 16:59

Recorrer da suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) é uma forma de tentar evitar a aplicação dessa penalidade.

E eu sei que ter a CNH suspensa traz uma série de transtornos. Afinal, significa ficar um determinado período de tempo sem poder dirigir veículos.

Mas como fazer o recurso de suspensão da CNH? Quais foram as mudanças que a Nova Lei de Trânsito trouxe à suspensão?

Siga a leitura deste artigo e mantenha-se informado. Não fique sem dirigir!

Recursos suspensão CNH: como fazer?

O recurso de infração é um instrumento legal. É através dele que os motoristas exercem o seu direito de recorrer da suspensão, multa ou qualquer outra penalidade no trânsito.

Se você recebeu uma notificação e vai exercer esse direito, saiba que o processo pode durar até três etapas:

  1. A Defesa Prévia
  2. O recurso em primeira instância
  3. O recurso em segunda instância

O seu primeiro passo para tentar cancelar a suspensão da sua CNH é, então, apresentar a Defesa Prévia. Esta etapa inicial é o momento de identificar possíveis erros formais cometidos pelas autoridades no momento do flagrante.

Quais erros são esses? Informações incorretas sobre o veículo, dados equivocados no Auto de Infração, notificação expedida depois do prazo e radar eletrônico irregular são alguns exemplos.

Você só precisará passar à etapa seguinte caso a Defesa Prévia seja indeferida. A partir daí, será necessária uma defesa mais aprofundada e que considere as especificidades do seu caso, sempre se pautando na legislação vigente.

O que é a suspensão da CNH na prática?

A suspensão da CNH é uma penalidade de trânsito. Na prática, significa a perda temporária do direito de dirigir veículos automotores. Esse direito foi concedido pelo Estado quando você tirou a sua primeira habilitação.

Isso significa, então, que o motorista não pode dirigir veículos durante o prazo da suspensão. Esse prazo é variável e depende da infração cometida ou, ainda, se há reincidência. A suspensão pode ser de 2 meses a dois anos.

Para recuperar a CNH suspensa, o condutor deve cumprir todo o prazo da penalidade, realizar o pagamento da multa e completar o Curso de Reciclagem. Vale lembrar que, ao final do curso, é aplicada uma prova teórica.

A seguir, veja o que pode levar à suspensão da CNH e o que mudou com a Nova Lei de Trânsito.

O que leva à suspensão da CNH?

De acordo com o art. 261 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a CNH pode ser suspensa por duas razões:

  1. Se o condutor cometeu uma infração autossuspensiva
  2. Se o condutor superou o limite de pontos permitidos na CNH

Infrações autossuspensivas são aquelas que têm como penalidade a suspensão automática da CNH, isto é, sem considerar os pontos que o condutor tem acumulados no documento. Nesses casos, essa penalidade consta no dispositivo infracional.

O CTB estabelece 21 infrações autossuspensivas. Alguns exemplos são: dirigir sob influência de álcool (art. 165), recusa ao teste do bafômetro (art. 165-A), disputar rachas (art. 173) e conduzir motocicleta sem usar capacete adequado (art. 244, I).

Já a situação 2 acontece pelo acúmulo de pontos. Quando um condutor é penalizado por uma infração, são gerados pontos em sua CNH. Se a infração for leve, geram-se 3 pontos; se for média, quatro; caso seja uma infração grave, 5 pontos; e gravíssimas, 7.

A Nova Lei de Trânsito alterou esse limite. Informe-se a seguir.

Qual é o limite de pontos na Nova Lei de Trânsito?

A Lei 14.071/2020, conhecida como Nova Lei de Trânsito, alterou várias normas da legislação vigente. Uma das alterações foi no limite de pontos permitidos na CNH. Esses limites são, agora, de:

- 40 pontos: se o condutor não cometeu nenhuma infração gravíssima nos últimos 12 meses;

- 40 pontos: se o condutor que exerce atividade remunerada com o veículo e tem o “EAR” constante na sua CNH;

- 30 pontos: se o condutor cometeu apenas uma infração gravíssima nos últimos 12 meses;

- 20 pontos: se o condutor que cometeu duas ou mais infrações gravíssimas nos últimos 12 meses.

A suspensão da CNH é aplicada, então, se o condutor ultrapassa o limite de pontos segundo o seu caso. Esse novo limite está em vigor desde abril de 2021 em todo o território nacional.

Não fique sem dirigir!

Você viu, neste artigo, que o recurso da suspensão da CNH é um direito seu. Se você foi autuado, exerça o direito de recorrer e não fique sem dirigir.

A orientação de especialistas em recursos de infração é um diferencial, especialmente em casos de penalidades mais rígidas, como a suspensão.

Caso ainda tenha alguma dúvida, fale com a minha equipe de especialistas!


Recursos de multas realmente funcionam?

Publicado 25/11/2021 10:50

Será que vale a pena recorrer de uma multa ou de outra penalidade no trânsito? Ou seria mais fácil apenas pagar as taxas, mesmo em autuações irregulares?

Se você está com essa dúvida, é importante lembrar que recorrer é um direito de todo condutor brasileiro.

Além disso, quando você é multado, também são gerados pontos em sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o que pode levar a problemas mais graves, como a suspensão do seu direito de dirigir.

Boa parte dos condutores que deixam de entrar com recursos de multas pensa que o processo é muito difícil ou muito burocrático.

Neste artigo, explico como funcionam os recursos e por que é importante exercer o seu direito de recorrer! Boa leitura!

Recursos de multas: como é o processo?

Recorrer é um direito seu, lembre-se sempre disso. Quando há um flagrante de uma possível infração, as autoridades de trânsito abrem um processo administrativo para apurar a conduta e, se for constatada a infração, punir o motorista.

A Constituição Federal, que é a Lei Máxima do país, assegura o direito de defesa a todos aqueles que são acusados em processos administrativos. Por isso mesmo, todos os motoristas podem recorrer das penalidades do trânsito.

O processo é o seguinte: as autoridades devem avisar ao motorista que o processo administrativo foi aberto. Geralmente, esse aviso acontece através da Notificação de Autuação, que chega ao endereço do condutor autuado.

A partir daí, inicia-se o processo para recorrer, que pode acontecer em até três etapas:

  1. Defesa Prévia
  2. Recurso em primeira instância
  3. Recurso em segunda instância

Como acontecem as 3 etapas do processo de defesa?

No tópico anterior, eu disse que o recurso pode acontecer em até três etapas. Isso é assim porque, caso a sua Defesa Prévia seja aceita, você não precisa realizar as etapas seguintes.

Da mesma forma, você só precisará recorrer em segunda instância se o seu recurso em primeira foi negado. Isso significa que é possível cancelar uma multa em apenas uma etapa? Sim! Para entender melhor, veja como são as três fases do recurso.

- Defesa Prévia

Este é o primeiro grau de contestação de uma penalidade. Neste passo inicial, é hora de identificar se houve erros formais no flagrante da infração, no Auto de Infração ou nas notificações.

Veja, por exemplo, se todos os dados do Auto de Infração estão completos e corretos, se a Notificação foi expedida dentro do prazo ou, ainda, se o radar eletrônico obedece às normas. Caso haja irregularidades, as penalidades não devem ser aplicadas.

- Recurso em Primeira Instância

O recurso em primeira instância é apresentado na Junta Administrativa de Recursos de Infração (JARI). Ele deve ser mais específico e aprofundado que a Defesa Prévia, incluindo alguma particularidade do seu caso e pautando-se no CTB.

Caso você tenha perdido o prazo para apresentar a Defesa Prévia, pode iniciar o processo de recurso diretamente por esta etapa.

- Recurso em Segunda Instância

Já o recurso em segunda instância só poderá ser realizado se você entrou com recurso em primeira instância. Aqui, a defesa precisa ser ainda melhor elaborada, já que se trata da última possibilidade de recorrer.

Afinal, por que recorrer?

Você já sabe que recorrer é um direito seu, mas por que fazer isso? Bem, um dos maiores motivos é evitar o pagamento das multas, mas esse não é o único. Veja outros:

- Evitar o pagamento das multas

- Evitar pontos na CNH (que, se ultrapassarem o limite, levam à suspensão)

- Cancelar penalidades que implicam na perda do direito de dirigir

- Manter um bom histórico como condutor

- Recursos de multas são gratuitos

- Você pode recorrer pela internet (dependendo do seu estado)

Cancelar uma multa evita transtornos maiores e o processo para isso tem se tornado menos burocrático. Um exemplo disso é a possibilidade de recorrer de forma online, já adotada por alguns estados brasileiros, como São Paulo.

Recursos de multas realmente funcionam?

Chegamos à pergunta central deste artigo: recorrer funciona? Sim. Todos os anos, motoristas de todo o país conseguem cancelar penalidades, incluindo as mais rígidas – como a suspensão da CNH. Veja alguns depoimentos de quem recorreu.

Quem acredita que os recursos não funcionam geralmente são motoristas que não tiveram sucesso ao recorrer e que possivelmente cometeram alguns dos seguintes erros:

- Desatenção aos prazos das etapas do recurso

- Uso de modelos de recursos usados por terceiros (e incompatíveis com o próprio caso)

- Uma defesa que não considere erros formais no Auto de Infração

- Optar por uma argumentação muito subjetiva

Caso você se sinta inseguro para recorrer, a orientação de especialistas em trânsito é um enorme diferencial. O processo se torna mais simples se você tiver a ajuda de quem conhece bem todos os prazos e especificidades de cada uma das etapas.

Ficou com dúvidas sobre recursos? Diga aqui nos comentários ou fale com a minha equipe!

 


Como fazer a limpeza de estofamento automotivo?

Publicado 22/11/2021 11:17

Nunca se falou tanto sobre a higienização de ambientes, afinal, a importância de limpar superfícies se tornou ainda mais evidente nos últimos meses.

Com o estofamento automotivo, isso não é diferente. Higienizar periodicamente os estofados do seu veículo é uma forma de garantir um ambiente limpo e livre de micro-organismos.

Para quem utiliza o veículo para o transporte de passageiros, como taxistas e motoristas de aplicativo, a atenção à limpeza e higienização do estofamento deve ser ainda maior.

Neste artigo, você se informará melhor sobre como fazer a limpeza de estofamento automotivo da maneira correta, sem causar danos ao seu carro.

Boa leitura!

Limpeza de estofamento automotivo: como deve ser feita?

Não é preciso muito tempo nos sites de busca para chegar a centenas de sugestões “milagrosas” para limpar o seu veículo. No entanto, tomar cuidado com fórmulas mágicas é fundamental.

Se optar por limpar o estofado do seu carro em casa, esteja atento ao tipo de produto que utilizará. Alguns deles podem causar danos permanentes aos estofados, além de trazerem problemas maiores, como umidade e mofo.

Outro aspecto importante é a higienização. Higienizar é eliminar micro-organismos, como fungos, ácaros e bactérias. Para isso, é necessário aplicar os produtos químicos adequados, que não estraguem o estofado, nem tragam danos à sua saúde.

A melhor maneira de fazer a limpeza do estofamento automotivo é contratando profissionais que tenham o conhecimento, os produtos e o maquinário adequados para esse procedimento.

Como é feita a limpeza profissional de estofamento automotivo?

A limpeza profissional de estofados automotivos geralmente segue algumas etapas, que dependem, entre outros fatores, do tipo de material dos bancos do seu veículo. Veja:

Estofados automotivos de tecido:

Passo 1: Remoção dos bancos e Identificação das sujidades

Passo 2: Extração de sujeiras (partículas grandes e pequenas) através de máquinas de sucção

Passo 3: Limpeza a semisseco dos bancos

Passo 4: Higienização dos estofados, isto é, aplicação de produtos químicos para eliminação de micro-organismos

Passo 5: Sucção final e recolocação dos estofados

Estofados automotivos de couro:

Passo 1: Remoção dos bancos e Identificação das sujidades

Passo 2: Aplicação de produtos para a abertura dos poros do couro e remoção de sujidades internas

Passo 3: Escovação e extração de sujeiras por sucção

Passo 4: Aplicação do líquido removedor de sujeira e gordura

Passo 5: Secagem manual

Passo 6: Hidratação do couro e recolocação do estofado no veículo

Repare que, seja qual for o tipo de material dos bancos do seu veículo, o uso de água deve ser limitado. É por essa razão que, hoje em dia, utiliza-se as lavagens a semisseco, mais eficientes e que não causam problemas, como odores ou manchas.

De quanto em quanto tempo os bancos do carro devem ser lavados?

Os cuidados mecânicos com o veículo devem ser periódicos. Da mesma forma, a limpeza e higienização também deve acontecer de maneira frequente, especialmente em veículos com grande fluxo de pessoas.

Carros particulares podem ser higienizados de quatro em quatro meses, aproximadamente. Já taxis ou veículos usados em aplicativos precisam ser limpos com uma periodicidade muito maior.

No contexto atual, com a pandemia do novo coronavírus, a atenção à limpeza do veículo também precisa ser mais intensa, outra razão por optar pela higienização feita profissionalmente.

Lembre-se que manter o seu veículo limpo é uma forma de zelar pelo seu bem-estar (e pelo bem-estar dos seus passageiros). Para quem passa muito tempo dirigindo, esse é um aspecto ainda mais importante para o dia a dia.

Como conservar o estofamento automotivo limpo?

Crianças, pets, grande fluxo de passageiros, uso do veículo em zonas rurais: tudo isso pode significar uma maior propensão ao acúmulo de sujidades e à proliferação de micro-organismos.

Os cuidados com o veículo precisam ser tomados por todos os proprietários. Alguns desses cuidados são:

- Evitar o consumo de bebidas e alimentos no interior do veículo;

- Realizar limpezas manuais diariamente, usando, para isso, apenas um pano umedecido;

- Não deixar os estofados expostos à luz solar de maneira excessiva;

- Transportar bagagens e/ou mercadorias somente no porta-malas;

- Programar lavagens profissionais periódicas;

- Não utilizar produtos ácidos, como vinagre e bicarbonato, para limpar o estofamento.

A vida útil do estofamento do seu veículo, bem como o seu bom estado de conservação, depende desses cuidados. Inclua-os na sua rotina e contrate profissionais confiáveis para realizar a limpeza dos estofamentos. 

 


Como comprar o melhor carro dentro de seu orçamento

Publicado 27/09/2021 09:46

Não há dúvida de que a invenção do carro revolucionou o transporte para sempre. Para a população, havia formas de transporte disponíveis, como navios ou trens, mas o único meio local real de transporte eram as carruagens puxadas por cavalos. Quando os carros foram liberados às pessoas, o transporte privado foi revolucionado para sempre e as pessoas puderam experimentar um novo tipo de liberdade diferente de qualquer outro. A mesma sensação pode ser sentida hoje por aqueles motoristas aprendizes que finalmente passam no exame de direção. A maioria das famílias provavelmente terá um carro, dada a dependência que temos deles.

 

Chegará um momento na vida de todas as pessoas em que elas precisarão trocar de carro. Isso pode ocorrer por uma infinidade de razões, mas é um fato inabalável que todo motorista o enfrentará em algum momento. No entanto, este é um momento empolgante, pois encontrar o carro perfeito pode ser uma excelente experiência. Aqueles que amam dirigir intensamente estarão em busca de opções que sejam ótimas para dirigir, e os apaixonados por carros podem gostar de apostar em corridas em ApostasEsportivas24, embora os motoristas mais casuais prefiram usar o carro como mais como um meio de transporte.

 

A primeira coisa que os compradores em potencial precisam fazer é considerar o orçamento disponível para eles. Nem todos estão na mesma posição e, portanto, alguns poderão comprar modelos mais novos e mais bem equipados do que outros. Independentemente do orçamento, sempre é possível comprar um bom carro, se você souber como fazê-lo. Depois de concluída a pesquisa adequada e identificado o modelo dos seus sonhos, basta combinar o ano desse modelo e as especificações com o orçamento, o que deve garantir que uma boa opção esteja sempre disponível para quem deseja comprar um carro.

 

Para encontrar esse modelo, é necessário descobrir como será o uso pessoal do carro, pois isso informará fortemente que tipo de carro deve ser escolhido. Para trabalhadores em tempo integral que precisam viajar muitos quilômetros para chegar ao trabalho, eles serão adequados para um sedã diesel, pois isso lhes dará conforto em viagens longas e grande economia de combustível. Por outro lado, aqueles que usam o carro apenas para dirigir na cidade e fazer entregas, ficariam melhor com algo como um híbrido a gasolina, já que eles podem economizar combustível de balsa quando se trata de dirigir na cidade. Uma vez que o caso de uso é elaborado, os compradores podem decidir qual carro da lista restrita eles mais gostam.

 

Assim que uma boa opção for encontrada, os compradores podem ficar tentados a desembolsar o dinheiro imediatamente. No entanto, isso pode ser um grande erro, e os compradores devem sempre verificar cuidadosamente o carro em busca de quaisquer problemas. Olhar para o volante pode ser uma boa ideia, pois muitas coisas podem ser deduzidas de sua condição. Caso seja novo para um carro antigo, significa que foi substituído. Se não houver uma cobertura, provavelmente há desgaste não natural. Usar esse tipo de dedução é fundamental para conseguir um bom negócio em um carro.

 

Aqueles que desejam comprar seu próximo carro devem se sentir confiantes depois de ler este guia, de que conseguirão o melhor carro para o seu orçamento.


Financiamento e refinanciamento de veículo: afinal, é a mesma coisa?

Publicado 16/09/2021 17:30

Financiamento e refinanciamento de veículos estão entre as modalidades de crédito mais praticadas pelos brasileiros. Eles têm um nome parecido e também compartilham diversos aspectos, mas não são a mesma coisa.

Neste artigo, você entenderá quais são as diferenças entre financiamento e refinanciamento de veículo, quais as vantagens que cada um traz, além de saber detalhes importantes na hora de fazer a contratação dessas modalidades.

Financiamento de veículo: entenda como funciona

O financiamento é, de longe, a forma mais utilizada pelos brasileiros para adquirir um veículo. Ele é, na prática, um empréstimo, em que a instituição financeira concede um crédito para a aquisição do veículo e o cliente precisa pagar parcelas e juros.

Ele é útil, portanto, para quem não tem a quantia necessária para adquirir o carro à vista e também não pode fazer a compra parcelada.

Uma vantagem do financiamento é que, após a aprovação do negócio, o cliente pode começar a usar o veículo normalmente e se tornará, inclusive, o seu proprietário legal.

 Nos documentos do veículo, no entanto, constará a chamada alienação fiduciária. É ela que garante que, caso o financiamento não seja quitado regularmente, o cliente pode perder a posse do bem.

Uma forma de tornar o financiamento ainda mais vantajoso é dar uma entrada e parcelar o restante do valor. Desse modo, é possível diminuir a taxa de juros e o número de parcelas.

Taxas de juros e parcelamento

O financiamento de veículos se destaca pelas condições bastante vantajosas, quando comparado a outras modalidades de crédito. 

Atualmente, a taxa de juros do financiamento de veículos gira em torno de 20% ao ano, sendo que a menor taxa registrada pelo Banco Central em agosto de 2021 foi de 12,51% ao ano (valor médio dos 12 meses anteriores).

O parcelamento é outro aspecto muito apreciado no financiamento. Normalmente, ele varia de 36 a 72 meses, dependendo da instituição financeira.

Essas condições são determinadas por cada instituição, que faz uma avaliação do veículo e do perfil financeiro do cliente. 

A taxa de juros é o fator considerado mais importante na hora de escolher um financiamento, mas também é importante olhar para o volume de crédito, o número de parcelas – lembrando que, quanto mais parcelas, maior a taxa – e os requisitos feitos pela instituição.

Requisitos

Para conseguir contratar um financiamento de veículos, normalmente, é preciso cumprir os seguintes requisitos:

  • Ter o nome limpo
  • Ter mais que a idade mínima (normalmente 20 anos) e menos que a idade máxima (70 anos, geralmente)
  • Comprovar renda compatível
  • Ano de fabricação: geralmente, o veículo precisa ter menos de 10 anos de fabricação
  • Em alguns casos, exige-se uma entrada, que pode ser de até 30% do valor do veículo
  • Ter um bom score de crédito
  • Apresentar os documentos requisitados, como RG e comprovante de estado civil

Refinanciamento de veículos: o que é?

Apesar do nome parecido, o refinanciamento de veículos é bastante diferente. Também chamado de empréstimo com garantia de veículo, nele o consumidor coloca o seu veículo como garantia para a concessão de um crédito, que poderá ser usado para qualquer finalidade.

Existem semelhanças com o financiamento de veículo. Em ambos os casos, o proprietário pode usar o bem normalmente após a contratação do serviço, constando apenas a alienação fiduciária nos documentos.  E o risco de perder a posse do veículo, em caso de atrasos, também é muito baixo.

Tipos de veículos aceitos

Um detalhe importante na hora de buscar o refinanciamento é que as instituições financeiras precisam levar em conta o tipo de veículo em questão. Há um limite para o ano de fabricação, sendo que veículos muito antigos não podem ser usados como garantia.

As instituições realizam uma avaliação do veículo e costumam oferecer crédito de até 60% do valor de mercado. Ou seja, ter um carro em boas condições de uso é muito importante nessa hora.

Saiba mais: Como calcular a depreciação do seu veículo

Taxas de juros e parcelamento

As taxas de juros do refinanciamento também costumam ser bem baixas. Afinal, você estará colocando o seu veículo, um bem de grande valor, como garantia de que as parcelas serão quitadas.

De modo semelhante, também é possível conseguir o refinanciamento com muitas parcelas, que podem atingir até 72 meses ou mais.

Vantagens em comparação a outros tipos de crédito

O refinanciamento ou empréstimo com garantia de veículo é considerado uma das modalidades de empréstimo para pessoa física mais vantajosas.

Para começar, as condições são bastante favoráveis, se comparadas às de outras modalidades, como empréstimo pessoal e cheque especial. As taxas de juros do refinanciamento são baixas, o volume de crédito é alto e o prazo de pagamento é extenso.

Além disso, é possível continuar a usar o veículo normalmente após a contratação e o risco de perdê-lo, em caso de atraso no pagamento das parcelas, é bastante pequeno.

Diferença entre financiamento e refinanciamento

Como você pôde ver, financiamento e refinanciamento de veículos não são a mesma coisa. No primeiro, o cliente solicita um crédito para adquirir o veículo. No segundo, o cliente já é proprietário do veículo e o coloca como garantia para concessão de crédito, que poderá ser usado em qualquer finalidade.

Planejamento é essencial

Financiamento e refinanciamento de veículos são serviços altamente vantajosos e úteis. Porém, apesar de todas as condições favoráveis dessas modalidades de crédito, o consumidor deve estar atento ao necessário planejamento financeiro, que irá garantir o pagamento regular das parcelas.

Antes de contratar o financiamento ou refinanciamento, avalie as suas condições financeiras e escolha uma alternativa que se encaixe nelas. Além disso, o pagamento das parcelas deve se tornar uma prioridade dentro do seu orçamento.

Veja também: Como poupar para realizar sonhos e projetos


Multa por dirigir embriagado: entenda como é

Publicado 10/09/2021 12:23

Quantas vezes você já ouviu que álcool e volante não combinam?

Esse tema é um dos mais debatidos em campanhas de conscientização no Brasil, na tentativa de frear uma das principais causas de acidentes no trânsito: dirigir sob efeito de bebidas alcoólicas.

Nos últimos dez anos, o país vem aumentando o rigor com que fiscaliza e penaliza motoristas que dirigem após beber. Além da multa (que é alta), o condutor pode ter seu direito de dirigir suspenso ou, até mesmo, cassado.

Leia este artigo até o fim e entenda mais sobre a multa por dirigir embriagado e outras consequências. Informe-se!

Multa por dirigir embriagado: qual é o valor?

O valor da multa para quem dirige sob efeito de álcool é de R$ 2.934,70. No entanto, se houver reincidência – isto é, se esse condutor cometer a mesma infração mais de uma vez em até um ano –, o valor é dobrado.

Você pode estar se perguntando por que a multa é tão alta nesses casos, não é? Bem, isso acompanha uma tendência no Brasil: aumentar o rigor em relação ao consumo de álcool por condutores em exercício.

A Lei Seca é um marco quanto a esse tema. Quando, em 2008, a Lei 11.705 (ou seja, a Lei Seca) entrou em vigor, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) foi alterado, especificamente os artigos que tratam da infração de dirigir sob efeito de álcool.

A partir daí, a legislação eliminou o limite de álcool permitido no organismo e estabeleceu que qualquer quantidade dessa substância configura infração de trânsito gravíssima. É importante citar que o bafômetro tem margem de erro de 0,04 mg/L.

Quais são as outras penalidades por dirigir embriagado?

A multa alta não é a única preocupação do condutor penalizado por dirigir sob efeito de álcool. O motivo? De acordo com o art. 165 do CTB, para essa infração, também está prevista a suspensão do direito de dirigir por um ano.

Nesses casos, o motorista terá que realizar o Curso de Reciclagem, ser aprovado na avaliação teórica ao final do curso e realizar o pagamento da multa. Apenas assim, e após cumprido todo o prazo de suspensão, é que se recupera o direito de dirigir.

Agora, atenção: se o motorista reincidir nessa infração, ou seja, caso cometa a infração de dirigir embriagado novamente em menos de um ano, a penalidade é ainda mais dura. Para essas situações, está prevista a cassação do direito de dirigir.

É possível recorrer de multa por dirigir embriagado?

Sim, é possível e é um direito do motorista.

Antes de falar sobre as etapas para recorrer, é importante destacar que dirigir sob influência de álcool é uma conduta de alto risco no trânsito. O álcool tem efeito psicoativo que interfere na capacidade de tomar decisões e nos sentidos, como a visão.

Por isso mesmo, o melhor a se fazer é evitar dirigir após beber ou esperar o tempo adequado para voltar ao volante depois de ingerir algum tipo de bebida alcoólica. O app Motorista Consciente ajuda a fazer o cálculo estimado desse tempo de espera.

Dito isso, explico que o processo para recorrer de multa ou outra penalidade, como a suspensão do direito de dirigir ou a cassação do direito de dirigir, pode acontecer em até três etapas. Essas etapas são as seguintes:

- Apresentar a Defesa Prévia: este é o primeiro grau de contestação. Aqui, é importante se atentar a aspectos técnicos, como verificar se houve algum erro formal na emissão do Auto de Infração, por exemplo.

- Recorrer em primeira instância: este passo só será necessário caso o anterior seja negado. Nele, será preciso um recurso mais aprofundado e que se baseie em algum ou alguns artigos do CTB.

- Recorrer em segunda instância: o terceiro passo é feito caso o recurso em segunda instância tenha sido negado. A argumentação precisa ser ainda mais contundente, já que se trata da última possibilidade de cancelar as penalidades.  

Dirigir embriagado acarreta prisão?

Essa é uma pergunta muito comum quando o assunto é dirigir sob efeito de álcool!

Para responder, é importante saber o que diz a Lei 13.546, de 2017. Segundo essa lei, se o condutor estiver alcoolizado e se envolver em acidente de trânsito, causando a morte de alguém, poderá ser preso. Afinal, se trata de um crime de trânsito.

A pena prevista é de 5 a 8 anos de detenção. Então, a resposta é: sim! Dirigir embriagado pode acarretar em prisão para o infrator. É importante esclarecer que os crimes de trânsito são apurados e julgados judicialmente.

Já as multas e outras penalidades no trânsito são aplicadas através de processos administrativos. Por isso mesmo, nesses casos, está assegurado o direito de recorrer.

Não fique sem dirigir

Você ficou com alguma dúvida sobre este tema?

 É um assunto muito importante e que é citado recorrentemente na mídia, mesmo por quem não é especializado em trânsito.

Para evitar informações equivocadas ou desatualizadas, informe-se sempre em conteúdos feitos por especialistas ou pelos sites oficiais do DETRAN.  


Envelopamento automotivo: o que você precisa saber?

Publicado 04/09/2021 18:48

O envelopamento automotivo tem duas funções principais: proteger a pintura do veículo ou customizá-lo.

Seja qual for a sua intenção, não faça o envelopamento automotivo sem ler este artigo até o fim. A razão? Existem algumas normas que você precisa seguir.

O proprietário que faz o envelopamento do seu veículo sem obedecer ao que diz o Código de Trânsito (CTB) pode ser multado.

Vou explicar todo os detalhes sobre este tema. Confira!

Envelopamento automotivo: o que é?

Personalizar veículos é uma prática que vem se tornando cada vez mais comum: alterar pintura, instalar rodas esportivas e outras tantas possibilidades. A customização de um veículo está permitida, desde que se respeitem as normas do CTB.

O envelopamento (ou plotagem) é uma das técnicas mais usadas em customizações – ou tunnings, como se costuma dizer. Ela é, basicamente, a colocação de uma película sobre a lataria do veículo. Essa película pode ser transparente ou de alguma cor.

O processo de envelopamento é muito mais barato do que uma nova pintura e, por isso mesmo, acaba sendo uma alternativa popular entre os proprietários. Para empresas que usam veículos como propaganda, essa é uma prática muito útil.

Como é feito o envelopamento do veículo?

O mercado de películas se modernizou muito nos últimos anos. Há tecnologias para as películas dos vidros e também para as películas adesivas instaladas sobre a lataria. Além da função estética, essas películas cumprem diversas outras funções.

Pensando nas películas do envelopamento especificamente, é comum que se utilize o vinil como material, embora existam outras opções no mercado, como a fibra ou até mesmo o PVC.

Seja qual for o material da película usada no envelopamento, a aplicação é relativamente simples: a película é adesivada na lataria, por cima da pintura original. Esse processo é feito manualmente por profissionais especializados.

O que diz o CTB sobre envelopamento automotivo?

Como você viu no começo deste artigo, é imprescindível se informar sobre as normas vigentes antes de realizar o envelopamento do seu veículo. Caso contrário, você pode ser multado ou ter o seu veículo retido.

Isso acontece porque o CTB, em seu art. 230, inciso VII, estabelece que é proibido conduzir veículo com a cor original alterada. Essa é uma infração grave e o valor da multa é de R$ 195,23, além dos 5 pontos gerados na CNH do infrator.

Significa, então, que o CTB proíbe o envelopamento? Não. O proprietário pode, sim, alterar a cor do veículo, mas, caso decida fazer isso, modificando mais de 50% da cor original, precisa informar às autoridades competentes e alterar os documentos.

Para entender melhor este tópico, é preciso compreender o que diz a Resolução292, art. 14, do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN). De acordo com ela, o proprietário pode alterar até 50% da cor original do veículo sem avisar às autoridades.

Se você quer envelopar o veículo, mudando mais da metade da sua cor original, precisará, então, da autorização do DETRAN. Essa mudança deve constar no Certificado de Registro de Veículo (CRV).

Esse procedimento não é complicado. Você pode ir ao DETRAN da sua cidade ou, em alguns estados, fazer isso pela internet, no site oficial. A partir daí, é só preencher o formulário de autorização e, com a autorização em mãos, levá-la à oficina.

Depois de completo o envelopamento, você retorna ao DETRAN com a nota fiscal e realiza os passos para emissão de um novo CRV. Em algumas regiões, pode ser necessária uma vistoria no veículo.

Atenção: se você vai envelopar todo o veículo, mas utilizando uma película transparente ou da mesma cor original, não é preciso passar pelo DETRAN.

Quais as vantagens do envelopamento?

Boa parte dos proprietários que realizam o envelopamento dos veículos tem a intenção de modificá-lo esteticamente, seja inserindo desenhos ou formas ou alterando a cor, sem ter que pagar por uma pintura nova.

Outros proprietários, por sua vez, usam o veículo para propagar suas marcas e o envelopamento permite esse tipo de ação, desde que seguindo as normas de trânsito vigentes.

No entanto, existem outras vantagens do envelopamento, além das estéticas:

- Conservação da pintura original

- Aumento da resistência da lataria

- Prevenção contra arranhões ou manchas

- Dispensar o uso de ceras ou pastas

- Uma forma mais barata de renovar a “pintura” do veículo

- Fácil instalação e remoção

É possível recorrer de multa por envelopamento inadequado?

Sim, é possível e é um direito de todos os condutores brasileiros. O recurso de infração pode ser usado para essas e outras situações. Afinal, é um instrumento legal para tentar cancelar penalidades.

O processo para recorrer de uma penalidade no trânsito pode ter até três etapas: a Defesa Prévia, o recurso em primeira instância e o recurso em segunda instância. Cada uma delas tem um prazo e suas especificidades.

Caso você queira saber mais sobre o recurso de multa ou quaisquer outras dúvidas sobre envelopamento, deixe um comentário ou entre em contato com a minha equipe de especialistas!

 


Quer morar sozinho? Confira algumas opções financeiras para você!

Publicado 31/08/2021 22:05

Foto: Pixabay

Morar sozinho é o sonho de muitos brasileiros. Isso gera independência e crescimento pessoal.

Porém, este sonho pode ficar distante quando você não faz um planejamento financeiro estruturado que te permita realizar esse desejo.

Sabendo dessa realidade, fizemos este texto para ajudar você a saber por onde começar e como controlar suas despesas para conseguir, enfim, morar sozinho.

O que você precisa saber antes de ir morar sozinho

Primeiramente, não se esqueça de que morar sozinho gera custos mensais que você precisará se organizar para pagar.

Provavelmente, você precisará alugar um imóvel. Uma opção mais barata é dividir apartamento com alguém para baratear esse custo. Mesmo que você não more completamente sozinho, pode preferir essa opção dividindo apartamento com um amigo do que com a sua família, por exemplo.

Você também pode procurar investir no seu próprio imóvel, principalmente se você tiver uma quantia guardada para usar como entrada. Assim, você pode pesquisar opções de financiamento e de empréstimo online para encontrar taxas que façam sentido para você.

Indo morar sozinho: por onde começar?

Após decidir por qual meio você morará sozinho, é o momento de dar os primeiros passos para a realização desse sonho.

Tenha um controle de receitas e gastos

Assim, tenha um controle de receitas e gastos. Lembre-se de que você terá uma despesa fixa mensal que não pode deixar de pagar para não perder o apartamento ou ser despejado. 

Por isso, é essencial controlar o seu orçamento através de um planejamento financeiro sólido que te impeça de ter custos excessivos.

Você pode contar com a ajuda de aplicativos ou até uma planilha simples no computador para contabilizar os seus ganhos e despesas e saber, assim, a sua margem no final do mês para sustentar o seu padrão de vida.

Se livre de dívidas

Nesse contexto, se livre de dívidas como empréstimos passados ou dívidas de cartão de crédito.

Você pode tentar renegociar a dívida inteira ou parte do valor e prazos com o seu banco. Além disso, considere pedir um empréstimo online quando a taxa dele for mais vantajosa do que a da dívida vigente.

Monte uma reserva financeira

Também monte uma reserva financeira para conseguir morar sozinho a longo prazo. Caso você ainda não consiga realizar este sonho no momento, faça um planejamento financeiro para alcançá-lo em alguns meses.

Ou seja, separe um percentual mensal da sua renda e invista este dinheiro em um fundo lucrativo para economizar uma quantia significativa depois de um certo tempo.

Você já pode começar a se programar fazendo as contas de quanto precisa juntar por mês e em quantos meses conseguirá o valor estipulado.

Defina metas de gastos

Um hábito que ajudará você é definir metas e gastos. Segmente os seus custos em alimentação, saúde, moradia e outras categorias que você considerar fazer sentido.

Então determine qual percentual do seu salário será destinado a cada categoria de despesas, baseado na média das suas despesas mensais.

Assim, quando você ultrapassar a meta, deverá cortar os custos extras para não sair do orçamento. Muitos aplicativos trabalham dessa forma e enviam notificações para você quando ultrapassa a quantia estimada por mês. Isso te ajuda em seu planejamento financeiro e organização econômica.

Evite compras por impulso

Diante de tudo isso, evite comprar por impulso. Cartões de crédito são um dos grandes vilões do endividamento brasileiro. A pessoa usa o limite disponível como se aquele dinheiro fosse dela, o que é uma ilusão.

Para conseguir cumprir o seu orçamento sem precisar pedir um empréstimo pessoal, você deve evitar as compras desnecessárias. 

O cartão de crédito é um ótimo aliado quando usado com responsabilidade porque ele permite que você parcele compras sem juros enquanto investe o seu dinheiro, por exemplo.

Mas, se você não tiver controle financeiro, o cartão pode gerar dívidas altas.

Pense a longo prazo

Mesmo se você achar que o sonho de morar sozinho está distante, pense a longo prazo para conseguir se planejar financeiramente.

Mesmo que você só tenha o orçamento necessário daqui a dois anos ou mais, só conseguirá a quantia desejada se programando desde agora e realizando o seu plano de corte de gastos e economias.

Lembre-se, também, que morar sozinho envolve pagar contas da casa como água e luz e, muitas vezes, condomínio. Assim, considere, também, esses custos a longo prazo.

Comece agora

Como já comentamos, são as suas ações de hoje que determinam os sonhos que você irá realizar amanhã. Por isso, já comece a economizar e se planejar para conseguir morar sozinho.

Considerações finais

Este texto buscou te mostrar as principais atitudes que você deve ter para conseguir morar sozinho.

Assim, mapeie e controle os seus gastos e despesas, pense no longo prazo, monte uma reserva de emergência e evite compras por impulso.

Além disso, trace metas e se empenhe em cumprí-las para alcançar o seu planejamento financeiro.

Sobre o Juros Baixos

Há mais de 5 anos no mercado, o Juros Baixos é uma fintech que atua oferecendo soluções financeiras através de um marketplace de crédito e plataforma de bem-estar financeiro.

Se quer ter acesso a mais conteúdos sobre educação financeira, não deixe de conferir o blog Juros Baixos e nosso canal no Youtube.


O potencial turístico de cassinos em Santa Catarina

Publicado 31/08/2021 14:27

As licenças para operação de cassinos em resorts poderiam impulsionar economia e o turismo na região. Projetos de lei tramitam no Congresso sobre o tema

A discussão sobre a legalização e regulamentação de cassinos e casas de apostas continua em alta no Brasil. Pelas perspectivas econômicas e de potencial turístico, seguem em tramitação projetos de lei no Congresso sobre o tema. Por outro lado, alas mais conservadoras se opõe à exploração desses jogos em território nacional.

Eles são proibidos desde a década de 1940, mas muito mudou de lá para cá, com o fortalecimento do mercado em países do mundo todo e o crescimento acelerado das modalidades online. O Brasil e estados, como Santa Catarina, possuem potencial para atrair turistas interessados nesse tema, que acabam procurando a concorrência vizinha latino-americana: Paraguai, Uruguai e Argentina.

O que tem sido discutido é que esse entretenimento poderia trazer mais investimentos, aproveitando a vocação turística da capital Florianópolis e região de Itajaí e Balneário Camboriú no litoral norte, como já têm acontecido com restaurantes, parques temáticos e rede hoteleira. Os hotéis-cassino ou cassinos em resorts somariam forças a esse potencial de Santa Catarina, especialmente em um momento de necessidade de retomada econômica, que deve durar alguns anos.

A aposta regional seria em combinar positivamente a estrutura hoteleira, as paisagens atrativas e os jogos, gerando uma fonte a mais de receita. Porém, sem uma definição clara na legislação, muitos são os pontos a debater. Um deles é a questão do número limitado de licenças para operação desses estabelecimentos para cada estado.

Se Santa Catarina tivesse direito a apenas a um local, seria em Florianópolis? O Costão do Santinho Resort é um dos mais cotados para receber uma das autorizações, caso sejam regulamentadas, devido principalmente à estrutura e localização. No entanto, Balneário Camboriú também tem potencial, visando inclusive um público internacional. Atualmente depende da esfera federal acabar com a proibição, mas é possível que mais adiante, caso avancem os projetos de lei, esse debate entre no escopo estadual.

Enquanto não avança a legalização desses jogos em ambientes físicos no Brasil, que poderia contribuir para a economia e turismo, segue o interesse do apostador na facilidade de acesso aos cassinos online. De qualquer região do país, é possível encontrar opções atrativas de apostas através do computador ou celular. Popularizam, assim, os títulos de caça-níquel, roleta, blackjack e outros.

Tramitação

Em abril deste ano, era esperada uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito de uma possível descriminalização da exploração dos jogos e reacendeu a discussão sobre o tema. Hoje são considerados como infração conforme a Lei das Contravenções Penais, do Decreto-lei 3.688, de 1941. Através de um recurso extraordinário, o Supremo iria julgar a compatibilidade com a Constituição de 1988, mas a avaliação no STF foi adiada e não tem data para ser retomada.

O assunto está em pauta há muito tempo no Brasil e ainda não avançou. Há alguns projetos de lei em tramitação no Congresso. Na Câmara dos Deputados, o PL 442/1991, um dos mais antigos, foi discutido pela Comissão Especial para marco regulatório dos jogos no país e a proposição agora está sujeita à apreciação do plenário.

No Senado, são outros quatros projetos sendo analisados. O PL 595/2015, que está parado desde 2018, trata sobre a permissão de funcionamento de hotéis-cassinos em unidades de conservação, como estímulo ao ecoturismo e preservação ambiental.

Já o PL 2.648/2019, do senador Roberto Rocha (PSDB/MA), sobre a exploração de cassinos em resorts em território nacional, e o PL 4.495/2020, do senador Irajá (PSD-TO), com o mesmo tema de implantação desses estabelecimentos em complexos turísticos, tiveram requerimentos aprovados em maio de 2021. O conceito abordado é de resorts integrados.

Um dos mais abrangentes é o PL 186/2014, de Ciro Nogueira (PP-PI), que dispõe de maneira geral sobre todos os tipos de jogos e apostas. Define quais são essas modalidades, como devem ser exploradas, como serão as autorizações, a destinação dos recursos arrecadados e as infrações no caso de violação de regras. Consta como em tramitação e pronto para deliberação do plenário desde abril de 2019.

 

 


Recusa ao bafômetro dá multa?

Publicado 28/08/2021 14:47

O que acontece se um condutor se recusar a passar pelo teste do bafômetro?

Utilizado nas chamadas blitz da Lei Seca, o bafômetro (ou etilômetro) é o teste que indica a presença de álcool no organismo do condutor.

Os motoristas que se recusam a passar pelo bafômetro geralmente partem do princípio de que é um direito não produzir provas contra si mesmo.

Mas como é na prática? A Recusa ao bafômetro dá multa ou não?

Explico essas e outras dúvidas neste artigo. Leia até o fim e entenda!

Recusa bafômetro: quais são as consequências?

Uma das grandes dúvidas no trânsito é, justamente, em relação ao teste do bafômetro. Explico o porquê: a Constituição Federal garante aos cidadãos o direito de não produzir provas contra si mesmo.

Nesse sentido, alguns motoristas entendem que podem se recusar a passar pelo bafômetro. No entanto, essa recusa tem consequências, estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) em seu art. 165-A.

De acordo com esse artigo, a recusa ao bafômetro (ou a outros testes com finalidades similares) é uma infração de trânsito gravíssima. Trata-se, ainda, de uma das infrações autossuspensivas. Dessa forma, as consequências à recusa ao bafômetro previstas são:

- Multa de R$ 2.934,70

- Suspensão do direito de dirigir por 12 meses

As consequências podem ser graves, como você viu. Isso acontece porque o país vem adotando um maior rigor na fiscalização e penalização da infração de dirigir sob efeito de bebidas alcoólicas. Veja no próximo tópico.

Dirigir sob efeito de álcool: o que diz o CTB?

Dirigir sob efeito de álcool ou de outra substância de efeito psicoativo é uma infração de trânsito gravíssima. O CTB, no art. 165, estabelece que as penalidades para essa infração são a multa de R$ 2.934,70 e a suspensão da CNH por 12 meses.

É importante saber que, hoje, qualquer quantidade de álcool no organismo configura infração. Isso é assim desde que a Lei Seca – isto é, a Lei 11.705/2008 – entrou em vigor, alterando o CTB.

Justamente pelo fato de que, hoje, qualquer quantidade de álcool é uma infração de trânsito, alguns motoristas têm medo da blitz e do teste do bafômetro. Mas, como você viu, a recusa ao bafômetro também tem sérias consequências.

Recusa ao bafômetro: é possível recorrer?

Até aqui, falamos de duas infrações de trânsito: a infração por dirigir sob efeito de álcool e a infração da recusa ao bafômetro. Essas duas infrações têm como penalidade a suspensão do direito de dirigir. Mesmo assim, é possível recorrer?

Sim, o recurso de infração é um instrumento legal para tentar cancelar a aplicação de penalidades. Recorrer é um direito do condutor brasileiro, incluindo, então, as infrações que você viu neste artigo.

Por se tratarem de infrações gravíssimas, é preciso uma defesa muito bem elaborada. Dito isso, explico que o processo para recorrer pode acontecer em até três etapas: a defesa prévia, o recurso em primeira instância e o recurso em segunda instância.

Cada uma dessas etapas tem um prazo e determinadas especificidades. Por isso mesmo, contar com a orientação de especialistas em trânsito é um grande diferencial.

CNH suspensa: como recuperar?

Caso o seu recurso tenha sido negado em todas as instâncias ou se, por alguma razão, você não recorreu, é preciso saber o que fazer para recuperar a CNH. Os passos são os seguintes:

- Cumprir todo o prazo de suspensão

- Realizar o pagamento da multa

- Fazer o Curso de Reciclagem

- Ser aprovado na avaliação final após o Curso

Depois de cumpridos esses quatro requisitos, você tem de volta o seu direito de dirigir e poderá conduzir veículos automotores novamente. Lembre-se, ainda, de que você só deve entregar a CNH se esgotadas todas as chances de defesa.  

Não fique sem dirigir!

Neste artigo, você viu que a recusa ao bafômetro é uma infração gravíssima. Também se informou sobre o que o CTB estabelece sobre dirigir sob influência de álcool e as consequências administrativas para essa infração.

É importante destacar, enfim, que o álcool tem efeitos na cognição, interferindo na capacidade de tomar decisões e em funções motoras. Por isso mesmo, é muito arriscado dirigir depois de ingerir bebidas alcoólicas.

Esperar o tempo correto para voltar ao volante depois de beber não é apenas uma maneira de evitar multas ou a suspensão da CNH. É, mais que isso, uma forma de zelar pela sua segurança e pela segurança dos demais. 


Indicação de condutor: o que é e quando deve ser feita? [2021]

Publicado 25/08/2021 09:19

Se você chegou até aqui, é porque tem dúvidas sobre a Indicação de Condutor. Esse é um procedimento que deve ser feito sempre que o condutor autuado não foi aquele responsável pela infração.

Para entender melhor, é preciso saber que nem sempre as multas de trânsito são aplicadas com a intervenção direta de um agente. Nesses casos, as autuações são feitas no nome do proprietário do veículo.

Compreender o que é a Indicação de Condutor e saber como e quando essa ação deve ser feita é primordial para todo motorista. Por isso, neste artigo, explicarei tudo o que você deve saber sobre o tema em 2021. Informe-se! 

Indicação de condutor: o que é?

Para responder a essa pergunta e saber quando realizar ou não a Indicação de Condutor, é importante compreender como são aplicadas as multas de trânsito no Brasil.

As multas são uma das penalidades previstas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Essas penalidades são aplicadas quando o motorista comete uma infração, ou seja, uma conduta considerada ilegal no trânsito.

As infrações de trânsito podem ser flagradas por um agente de trânsito ou mesmo por meio de radares e outros equipamentos eletrônicos. Então, podemos dizer que esses flagrantes são feitos:

- Com abordagem direta do agente de trânsito ou autoridades

- Ou sem abordagem direta do agente ou autoridades

Nesse último caso, isto é, quando o motorista não é abordado pelo agente, o Auto de Infração – documento que indica a abertura de um processo administrativo contra um condutor – é feito em nome do proprietário do veículo.

Mas e quando não era o proprietário do veículo a pessoa que estava dirigindo no momento de registro da infração? Bem, é justamente para esses casos que o CTB estabeleceu a Indicação de Condutor.

Portanto, podemos conceituar essa Indicação como o procedimento que informa, oficialmente, quem era o real condutor no momento, ou seja, aquele que é, de fato, o responsável pela infração cometida.

Quando fazer a Indicação de Condutor?

Por tudo o que você leu no tópico anterior, a Indicação de Condutor deve ser feita, então, quando o motorista autuado não era aquele que estava dirigindo o veículo no momento do flagrante.

Há, contudo, algumas exceções: as infrações que são de responsabilidade do proprietário, conforme estabelece o art. 257, §2º e §3º do CTB. Essas infrações se referem, por exemplo, ao estado de conservação do veículo ou à sua documentação.

Então, vamos recapitular: se você é dono de um veículo e recebeu uma autuação de infração que não foi cometida por você, pode fazer a Indicação de Condutor. Desde que essa conduta não se trate de uma infração de responsabilidade do proprietário.

Assim, a indicação de condutor será possível sempre que a infração registrada disser respeito a uma conduta realizada no trânsito. Por exemplo, excesso de velocidade, estacionar em local proibido, ultrapassar sinal vermelho, entre outras.

Como fazer a Indicação de Condutor?

Se o seu caso se enquadra em tudo o que viu até aqui, será necessário realizar a indicação de condutor. Como fazer isso, afinal?

Quando é registrada uma infração de trânsito, é aberto um processo administrativo. O condutor é informado disso através de uma notificação, a Notificação de Autuação, que, normalmente, chega ao endereço do motorista autuado.

Nessa Notificação, virá um formulário de Indicação de Condutor, justamente para preencher e realizar esse procedimento quando for permitido. Para fazer esse processo, será preciso:

  1. Preencher os campos da indicação de condutor presentes na Notificação de Autuação, informando quem é o verdadeiro responsável pela infração.
  2. Você e o condutor responsável pela infração devem, então, assinar nos espaços descritos no documento.
  3. Anexar uma cópia do seu RG e uma cópia da CNH do motorista infrator. Além disso, um comprovante de residência do real infrator.
  4. Todos esses documentos, assim como o formulário preenchido, devem ser enviados pelo Correio para o endereço informado na Notificação de Autuação. Você também pode ir presencialmente a esse endereço e entregar a documentação.

Atualmente, alguns Detrans permitem a indicação de condutor até mesmo pelos seus sites e pelo aplicativo da CNH Digital, chamado Carteira Digital de Trânsito.

Além disso, a Nova Lei de Trânsito estendeu o prazo para realizar o procedimento, de 15 para 30 dias. Dessa forma, haverá mais tempo para ser informado da infração, comunicar o real condutor e realizar o procedimento.

Não fique sem dirigir!

Fazer a Indicação de Condutor é mesmo importante? Sim. Imagine que você seja multado por uma infração que não cometeu: além de ter que arcar com o pagamento da multa, poderá ser penalizado com outras medidas.

Quais medidas podem ser essas? Dependendo da infração, você pode ser penalizado com pontos na carteira e até mesmo a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), por exemplo.

Sem falar, ainda, dos pontos que serão gerados na CNH e que, se ultrapassarem o limite permitido, também levam à suspensão do seu direito de dirigir.

Para finalizar, é importante ressaltar que a Indicação de Condutor só deve ser feita nos casos que você viu neste artigo, isto é, se não foi mesmo você o responsável pela infração.

 

Ficou com dúvidas sobre a Indicação de Condutor? Quer saber mais sobre como recorrer de uma multa de trânsito? É só entrar em contato com a minha equipe de especialistas!

 


Defesa Prévia: Tudo o Que Você Precisa Saber

Publicado 22/08/2021 11:31

Se você chegou até aqui, provavelmente decidiu exercer o seu direito de recorrer de uma penalidade no trânsito, estou certo?

A primeira etapa para se defender de uma multa ou outras penalidades é apresentar a Defesa Prévia.

Se a defesa for deferida, isto é, se for aceita pelas autoridades julgadoras, as penalidades não chegam a ser aplicadas.

Você evita o pagamento de taxa, os pontos na Carteira Nacional de Habilitação e outras penalidades que possam estar previstas.

Mas como elaborar uma boa Defesa Prévia? Neste artigo, te conto tudo o que você precisa sabe sobre este assunto. Boa leitura!

Defesa Prévia: o que é?

A Defesa Prévia é o primeiro grau de contestação de uma penalidade no trânsito. Essa penalidade pode ser a multa, a suspensão da CNH ou, até mesmo, a cassação da CNH. Basicamente, a Defesa Prévia é o passo inicial para exercer seu direito de recorrer.

Esta é a etapa indicada para destacar erros formais cometidos pelas autoridades no momento em que foi feito o registro da infração, por exemplo:

- Informações incorretas no Auto de Infração

- Informações corretas sobre o veículo

- Irregularidades no radar eletrônico

- Notificações expedidas fora do prazo

Para entender melhor o que é a Defesa Prévia, é importante saber que as penalidades de trânsito são aplicadas através de processos administrativos. Por esses processos, as autoridades apuram, julgam e, se for o caso, penalizam infrações de trânsito.

Quando um condutor é flagrado cometendo uma possível infração, é aberto, então, um processo administrativo. Ele deverá ser notificado sobre isso e, a partir daí, pode apresentar a sua Defesa Prévia no prazo indicado.

Qual é o prazo para apresentar a Defesa Prévia?

Para responder a esta pergunta, é necessário saber o que estabelece o art. 281-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Segundo este artigo, o prazo para apresentar a Defesa Prévia é de 30 dias, contados a partir da data informada na Notificação.

Quanto à notificação, é importante saber que ela pode ser feita das seguintes formas:

- Impressa e enviada ao endereço do condutor autuado

- Por meios digitais

- Através de publicação no Diário Oficial

O importante é que o condutor tenha ciência de que foi autuado e possa, então, exercer o seu direito de recorrer. Por essa razão, é indicado que você confira regularmente a sua situação, acessando o site oficial do DETRAN do seu estado.

É preciso pagar a multa para apresentar a Defesa Prévia?

Não. Na verdade, você verá que, na Notificação de Autuação, ainda não está o código de barras para pagamento da multa. Esse código vem em uma segunda notificação, a Notificação de Imposição de Penalidade (NIP).

Você pode realizar o pagamento da multa assim que receber a NIP para ter direito ao desconto. No entanto, esse pagamento só é obrigatório quando esgotadas todas as suas chances de defesa.

Se você pagou a multa e, depois disso, as autoridades julgadoras aceitaram o seu recurso, é possível solicitar um reembolso e ter de volta o dinheiro.

Como elaborar uma boa defesa prévia?

Como você viu até aqui, se as autoridades julgadoras deferirem a sua Defesa Prévia, você não será penalizado e não precisará realizar as outras etapas para recorrer. Por isso, é essencial saber como elaborar uma boa argumentação nesta etapa inicial.

Você também viu, em tópicos anteriores, que a Defesa Prévia é importante para identificar erros formais cometidos pelas autoridades de trânsito ao realizarem o flagrante. Esses erros fazem com que as penalidades sejam passíveis de cancelamento.

Para elaborar uma boa defesa, observe, a princípio, se as informações do Auto de Infração e/ou da Notificação de Autuação estão completas e corretas. Elas devem ser:

- Tipificação da infração (a descrição da conduta irregular)

- Hora, local e data do flagrante

- Dados sobre o veículo: marca, placa, espécie...

- O órgão autuador

Se a infração do seu caso é a de excesso de velocidade, você deve verificar se o radar eletrônico obedece às normas vigentes. Elas devem ser, segundo a Resolução 396/11, do CONTRAN:

- Ter o selo de aprovação do INMETRO

- Estar com as revisões em dia

- Estar em um local visível aos condutores e com sinalização adequada

Além disso, as informações feitas pelo registro do radar devem estar completas e corretas. Se não estiverem, indique isso na sua Defesa. Vale lembrar, aqui, que a Defesa Prévia deve ser objetiva e curta.

O que NÃO fazer na Defesa Prévia?

Na Defesa Prévia, você deve evitar argumentos subjetivos (como tentar justificar a infração). Também é aconselhável elaborar a argumentação de uma maneira assertiva, sem se alongar demais na defesa.

Copiar modelos de outras pessoas também não é uma boa ideia, já que os argumentos utilizados em outros casos podem não ser eficientes na sua situação especificamente. Por fim, esteja muito atento aos prazos para não perder a chance de se defender.

 


The Speaker e a evolução da oratória: o que mudou neste novo mundo?

Publicado 19/08/2021 22:54

O protagonismo do online, a agilidade nas comunicações: a oratória mudou muito neste último ano e é preciso se adaptar a este novo cenário.

Você se comunica da mesma forma hoje que há cinco anos? Certamente, não. Boa parte do seu tempo provavelmente é em frente a uma tela, seja fazendo compras, trabalhando ou em alguma apresentação pela internet.

Todas essas mudanças, que foram significativamente aceleradas pela pandemia, impactaram a oratória e suas técnicas principais. A The Speaker, empresa com foco em treinamentos em comunicação e oratória, viu a busca por treinamentos aumentar e adaptou suas soluções ao novo cenário.

Mas, afinal, o que mudou neste novo mundo? O que fazer para se adaptar e estar em dia com as exigências atuais?

A evolução da oratória: o que mudou?

A oratória é, por si só, algo dinâmico. Afinal, a maneira como as pessoas se comunicam se transforma constantemente, adaptando-se a novos cenários e, principalmente, a novas tecnologias.

A pandemia e o distanciamento social apenas aceleraram o que já era tendência: um digital com maior protagonismo e uma agilidade na troca e produção de informações, sejam elas pessoais ou profissionais.

A The Speaker foi pioneira em treinamentos de oratória online no país. Assim, quando as buscas por cursos de comunicação se intensificaram, a empresa já estava preparada para atuar e orientar as pessoas quanto a esse novo cenário.

Livia Bello, fundadora da The Speaker, considera que, agora, “o vídeo é o novo palco”, já que muitas das situações presenciais passaram a acontecer no formato digital. Com isso, as apresentações presenciais ganham uma importância ainda maior.

O que significa, então? Que, além de se adaptar ao online, é preciso se sair bem em apresentações presenciais, já que elas terão uma relevância mais significativa que tempos atrás.

Como escolher um treinamento em comunicação?

É evidente que procurar alternativas para aprimorar a comunicação se tornou uma das urgências dos profissionais. Quem não se comunica bem – no presencial e no online – fica muito aquém do que é requisitado pelo mercado.

Mas como escolher um treinamento em comunicação? Poucos cliques nos sites de busca levam a centenas de cursos. No entanto, boa parte deles não é conduzida por especialistas em oratória.

No entanto, saber se comunicar bem não significa que a pessoa é apta a ensinar sobre comunicação, especialmente em um cenário tão singular como o atual. Dessa forma, são necessários alguns cuidados para escolher um treinamento, veja:

- Preferir treinamentos ministrados por especialistas em comunicação

- Optar por treinamentos que tenham etapas personalizadas, que se debruçam especificamente em suas necessidades individuais

- Escolher treinamentos que trabalhem os três pilares da oratória: voz, corpo e mensagem

- Optar por treinamentos com boas avaliações no mercado

- E, principalmente, escolher um curso que esteja afim com todas as transformações do cenário atual

The Speaker: a nova realidade já é uma realidade

A The Speaker é referência em oratória no Brasil. Com sede em São Paulo, mas com alunos de todo o país (e fora dele), a empresa preza pela comunicação de verdade, longe de conceitos ultrapassados e condizente com a nova realidade.

Para atender a públicos com perfis bem distintos – desde CEOs a profissionais que querem ingressar no mercado –, a The Speaker desenvolveu soluções distintas, em formatos que se diferenciam de outros cursos.

Um desses formatos é a mentoria. As mentorias da The Speaker mesclam aprendizado em grupo e individual, com aulas online e ao vivo. O que se forma, então, é uma comunidade de pessoas que querem ascender na comunicação.

Por essas e outras razões, a The Speaker é, hoje, a empresa de oratória mais bem avaliada no mercado. Pfizer, Alelo, Mary Kay, Petrobrás, Honda, Danone, BNP Paribas e BRF são algumas das marcas que já foram treinadas pela The Speaker.

A oratória evoluiu. Quanto a isso, não há dúvidas. Aos profissionais, o que resta, agora, é evoluir também, acompanhando o ritmo novo e desenvolvendo habilidades essenciais para crescer e ter autoridade em suas trajetórias.

 

 


Pandemia muda estilo de vida e altera economia de vários setores no país

Publicado 16/08/2021 17:05
Alterado 17/12/2021 09:07

A pandemia chegou de forma inesperada, mas trouxe rápidas mudanças no estilo de vida e impactos econômicos. Alguns setores se viram em crescimento enquanto outros buscavam alternativas para sobreviver.

A pandemia afetou o mundo de uma forma nunca vista antes. Da mesma forma em que a economia estava globalizada, o vírus também atingiu esse patamar.

A doença que foi detectada em janeiro de 2020 pela primeira vez, mais de um ano depois ainda continua preocupando. Até 11 de julho, no mundo já havia mais de 186 milhões de casos e 4 milhões de óbitos. No Brasil, o número de mortos já passa dos 500 mil.

Ao mesmo tempo, os esforços para vacinar as pessoas se intensificam. Nos Estados Unidos mais de 50% da população já foi vacinada. Já no Brasil, os números são bem diferentes, até o momento cerca de 14% da população está imunizada com as duas doses.

Essa diferença em relação a vacinação da população pode ser observada analisando o contexto global. No ritmo atual de distribuição de doses, elas chegarão para todos no final de 2023.

https://pixabay.com/pt/photos/contador-contabilidade-conselheiro-1238598/

Como estilo de vida mudou

Enquanto a vacina não chega para todos e a doença ainda preocupa, o que se observou foi uma mudança de comportamentos. O uso da máscara para sair de casa foi o mais notado, além de ser uma proteção que acabou se tornando obrigatória.

O trabalho em home office ficou mais frequente, com isso as pessoas ganharam em qualidade de vida. O tempo gasto no trânsito é menor e o convívio com a família aumentou.

O contato pessoal diminuiu e com isso aumentou o número de videoconferências. Essas passaram a ser usadas no trabalho e também para fins pessoais.

Em relação aos consumo esse diminuiu um pouco em alguns setores, mas as compras online aumentaram. De janeiro a agosto de 2020 houve um aumento de 58,8% do faturamento em relação ao mesmo período do ano anterior por parte dos comércios eletrônicos.

O ensino também sofreu um forte impacto com a virtualização. Afastados das salas, os alunos precisaram aprender a estudar remotamente. Apesar de haver avanços nesse campo, ele ainda precisa melhorar muito já que o número de estudantes sem acesso à internet é alto.

O impacto da pandemia em diferentes setores

A pandemia muda o estilo de vida e isso acaba influenciando em diferentes setores da economia.

O setor de turismo foi um dos que mais sofreu no período. No Brasil foram fechados mais de 36 mil restaurantes e hotéis. Cerca de 1 mil serviços de lazer e cultura precisaram ser interrompidos. Foram cerca de 397 mil trabalhadores com carteira assinada que perderam seus empregos no setor de turismo em 2020.

As academias que são sinônimo de pessoas saudáveis também sofreram porque precisaram fechar as portas. Em maio de 2021, o faturamento estava cerca de 52% abaixo do normal, o que fez com que 72% dos empresários do setor estivessem com dificuldade de manter os negócios.

O setor de seguro auto também foi afetado em 2020 pela pandemia. No primeiro semestre se observou uma queda de 5% no faturamento. Para quem precisou renovar o seguro, teve uma boa notícia: os preços caíram cerca de 15% e em alguns casos chegaram a 44%.

Em Goiás os valores médios do seguro variam bastante. No estado, a cidade que teve a maior alta nos valores foi Rio Verde com uma média de 130% a mais.

Veja na tabela a variação média de valores no estado em 2020.

Janeiro

Fevereiro

Março

Abril

Maio

Junho

3897,57

3689,07

4424,14

4873,59

4728,93

5587,95

 

Além dessas variações, o modelo do carro influencia no preço do seguro em Goiás. Dentre os modelos mais vendidos em 2020, em dezembro do mesmo ano, o que tinha o seguro mais baixo para um homem de 35 anos, casado da cidade de Goiânia (GO) era o Kwid Life, por R$ 1.546,53. No outro extremo estava o Compass Limited por R$ 4.902,32.

Outro setor que sofreu impacto foi o de planos de saúde. Nesse caso os números foram positivos com um crescimento de 70%  para MEIs em 2021. Isso é resultado do crescimento de empreendedores individuais. Analisando todas as modalidades de contratação, foram quase 1 milhão de novos beneficiários.

Outros setores também foram impactados, o pagamento com carteiras digitais teve um crescimento de cerca de 80%. O setor de educação também trouxe números positivos, o aumento de matrículas em cursos livres, de graduação e pós graduação foi de 82%.

Em relação às compras pela internet, alguns setores lideram o ranking. Os que tiveram crescimento foram os de pedidos delivery, vestuários, cosméticos, remédios e streaming. Por outro lado, alguns perderam campo como o de viagem e ingressos.

A pandemia afetou o estilo de vida das pessoas e consequentemente trouxe mudanças para a economia. Mesmo tudo voltando à normalidade, alguns desses novos hábitos devem permanecer.

Por: Jeniffer Elaina, especialista em seguros na Smartia.com.br.


Cassação do direito de dirigir: dúvidas frequentes

Publicado 28/07/2021 09:35

A cassação do direito de dirigir é a penalidade mais temida pelos motoristas. Razões para isso não faltam, já que ela implica na perda da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

É obrigação de todo condutor se informar sobre as normas de trânsito e, com isso, trafegar em respeito às leis vigentes, evitando penalidades e zelando pela segurança.

Foi pensando nisso que fiz este artigo com as dúvidas mais frequentes sobre a cassação do direito de dirigir. Siga a leitura até o fim! Essas dúvidas também podem ser suas!

Informe-se!

Cassação do direito de dirigir: o que é?

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece cinco penalidades para as infrações de trânsito, sendo elas:

  1. Multa
  2. Suspensão da CNH
  3. Cassação da CNH
  4. Frequência obrigatória em Curso de Reciclagem
  5. Advertência por escrito

A cassação da CNH é, portanto, uma penalidade prevista pelo CTB. As penalidades são aplicadas quando um condutor comete uma infração de trânsito, que, por sua vez, são aquelas condutas proibidas pela legislação vigente.

Na prática, o que significa ter a CNH cassada?

Você se lembra de quanto tirou sua primeira habilitação? Bem, naquele momento, o Estado brasileiro concedeu a você o direito de conduzir veículos automotores, especificamente os veículos compatíveis com a categoria da sua CNH.

O condutor penalizado com a cassação perde esse direito e, para recuperá-lo, deve cumprir todo o prazo da penalidade e, em seguida, tirar uma nova habilitação. Isso implica passar pelo processo de formação de condutor novamente.

O que pode levar à aplicação dessa penalidade?

É no art. 263 do CTB que encontramos a resposta para esta dúvida. De acordo com este artigo, que fala sobre a cassação do direito de dirigir, a penalidade pode ser aplicada nos seguintes casos:

- Por dirigir veículos com a sua CNH suspensa;

- Por condenação referente a uma infração penal, isto é, um crime de trânsito

- Por reincidir em uma infração autossuspensiva (que são aquelas previstas no inciso III do art. 162 e nos arts. 163, 164, 165, 173, 174 e 175 do CTB)

É possível recorrer da cassação da CNH?

Sim, é possível e é um direito do condutor. Vou explicar o porquê: a Constituição Federal, lei máxima do país, assegura o direito de defesa a todo cidadão acusado via processo administrativo.

As penalidades de trânsito, incluindo a cassação do direito de dirigir, são apuradas, julgadas e penalizadas através de processos administrativos. Logo, todos os motoristas têm o direito de recorrer e tentar evitar a aplicação das penalidades.

Como recorrer da cassação da CNH?

O recurso de infração é um instrumento legal ao qual tem direito o condutor. Ele é uma ferramenta para tentar cancelar multas e outras penalidades, como a cassação da CNH. O processo para se defender pode ter até três etapas, que são:

  1. A Defesa Prévia
  2. O recurso na Junta Administrativa de Recursos de Infração (JARI)
  3. O recurso em segunda instância

A defesa prévia é o primeiro passo do processo. Ela precisa ser objetiva e curta, pautada em algum ou alguns aspectos técnicos, como, por exemplo, se o Auto de Infração está correto e completo. Caso seja negada, passa-se à etapa 2.

O recurso na JARI é o recurso em segunda instância. Ele pode ser um pouco mais longo que aquele apresentado na etapa 1. É fundamental incluir algum ou alguns artigos do CTB na argumentação, para dar um melhor embasamento à defesa.

Já o recurso em segunda instância é a última etapa do processo. Ele deve ser apresentado caso o recurso em primeira, isto é, na JARI, tenha sido negado. Justamente por ser o último passo, precisa ser ainda melhor que as defesas anteriores.

Como aumentar as chances de que meu recurso seja aceito?

A cassação do direito de dirigir é a penalidade mais rígida do CTB. Por isso mesmo, é fundamental que o recurso seja bem elaborado, já que se trata de uma penalidade mais complexa do que uma multa, por exemplo.

Como aumentar as chances de que o recurso seja aceito?

- Evitar argumentos subjetivos

- Não copiar modelos de recursos de terceiros

- Embasar sempre em algum artigo do CTB

- Anexar documentos comprobatórios, se possível

- Contar com a orientação de especialistas em recursos de infração

Fui penalizado com a cassação, como recuperar minha CNH?

Caso você tenha perdido os prazos para recorrer ou, se recorreu, mas sua defesa foi negada em todas as instâncias, é importante saber o que fazer de agora em diante. Em primeiro lugar, você deve cumprir o prazo de cassação, que é de dois anos.

Nesse período, você não pode conduzir veículos automotores. É fundamental respeitar esse prazo para não piorar sua situação ainda mais. Depois disso, caso queira recuperar o seu direito de dirigir, será necessário tirar uma nova CNH.

Isso quer dizer que não é possível recuperar a CNH cassada? Exatamente. É preciso tirar um novo documento, passando por todas as etapas do processo de formação de condutor, assim como se faz na primeira habilitação.

 

Essas são as dúvidas mais recorrentes quando o assunto é cassação do direito de dirigir. Se você tem outra dúvida, não abordada aqui, entre em contato com a minha equipe de especialistas.

Não fique sem dirigir!


Proteção veicular: o que é e vale a pena contratar?

Publicado 24/07/2021 16:18

Ter um veículo próprio é o sonho de muitos brasileiros. Afinal, isso significa uma maior independência para se locomover e, até mesmo, uma possibilidade de trabalho.

No entanto, a segurança ainda é um tema crítico no Brasil e encontrar maneiras de proteger o veículo contra furto, roubo ou acidentes é uma preocupação.

A proteção veicular é, hoje, uma alternativa prática e acessível para proprietários de veículos. Mas o que é esse serviço? Quais são as diferenças entre a proteção veicular e os seguros privados?

Além dessas respostas, você se informa neste artigo sobre se vale mesmo a pena contratar esse serviço. Boa leitura, motorista!

Proteção veicular: o que é?

A proteção veicular se popularizou muito nos últimos anos, se tornando uma alternativa mais econômica e menos burocrática do que os seguros privados. No entanto, esse serviço não é novo e já vem sendo utilizado por caminhoneiros há muito tempo.

A proteção veicular é um sistema de proteção para veículos em casos de sinistros, como roubo, furto, choques, indenização a terceiros e tantos outros. Esse serviço funciona através de um sistema chamado de rateio, que, na prática, é bem simples.

O que é o sistema de rateio? Para contratar a proteção veicular, o proprietário do veículo paga uma parcela mensal. Com esses pagamentos, é feito um fundo comum. Quando um dos proprietários sofre um sinistro, a indenização sai justamente desse fundo.

Quem oferece o serviço de proteção veicular?

A proteção veicular é um serviço oferecido por Associações sem fins lucrativos. Na prática, isso significa que, para contratar a proteção veicular, o proprietário do veículo se torna um associado.

As mensalidades são, então, pagas à associação responsável pela proteção veicular. Hoje, a entidade responsável por fiscalizar e normalizar essas Associações é a Organização de Cooperativas Brasileiras (OCB).

É interessante ressaltar, neste tópico, que uma das razões pelas quais a proteção veicular é tão mais barata que seguros privados está, justamente, no fato de ser um serviço prestado por cooperativas ou associações sem fins lucrativos.

O que a proteção veicular cobre?

A cobertura oferecida pela proteção veicular pode variar de associação a associação. Por isso mesmo, é muito importante ler o contrato antes de se tornar um associado e garantir que a cobertura oferecida esteja dentro das suas necessidades.

Geralmente, a proteção veicular cobre os seguintes sinistros:

- Roubo ou furto do veículo

- Acidentes

- Incêndios

- Indenizações a terceiros

- Serviços de guincho, chaveiro e mecânico

- Indenização por causa natural, como enchentes ou alagamentos

Quais as diferenças entre proteção veicular e seguros privados?

Até aqui, você já viu algumas diferenças entre a proteção veicular e os seguros privados, como, por exemplo, quais são as organizações que oferecem esses serviços. Na proteção veicular, essas organizações são associações sem fins lucrativos.

E nos seguros? Os seguros vêm da iniciativa privada, isto é, são oferecidos por seguradoras que têm como propósito o lucro. Esse é um dos motivos que faz com que os seguros tenham um valor maior que a proteção veicular.

Veja, então, outras diferenças entre proteção e seguro:

Preço e condições de contratação

A proteção veicular é um serviço mais barato que o seguro privado. Nos seguros, são considerados muitos fatores para definir o preço das apólices:

- Idade do condutor principal

- Modelo, ano e marca do veículo

- Bairro onde o proprietário reside

- Se há ou não garagem para o veículo

- Para que o veículo é utilizado

Tudo isso tende a encarecer o seguro privado. Já na proteção veicular, o valor cobrado pelos associados é menos variável. Sem falar, ainda, que esse valor é mensal – e não dividido em apólices, como acontece no seguro.

- Menos burocracia

Mesmo sendo um serviço mais caro, o seguro privado é muito mais burocrático que a proteção veicular. Isso se nota desde a etapa de contratação e mais ainda em indenizações por eventuais sinistros.

Vale a pena contratar a proteção veicular?

A proteção veicular é menos burocrática, mais acessível economicamente e com uma cobertura que abrange os sinistros mais comuns no trânsito. Tudo isso é algo a se considerar para decidir contratar ou não esse serviço.

Vale a pena? Você, condutor, precisa pensar nas suas expectativas e demandas, se informar com a associação que fornece a proteção veicular e ver se, para você, esse serviço vale a pena.

Ficou com alguma dúvida sobre proteção veicular? Entre em contato. Minha equipe de especialistas pode ajudar!


Você sabe como funciona o cálculo revisional de veículos? Descubra aqui!

Publicado 21/07/2021 14:16

O financiamento é uma das alternativas mais comuns para os brasileiros que querem adquirir um veículo próprio.

Afinal, mesmo que exista a cobrança de juros e outras taxas, essa forma de compra traz consigo alguns benefícios, principalmente a possibilidade de parcelar o valor total a ser pago.

Nos financiamentos de veículos, há dois protagonistas principais: o cliente (financiado) e a instituição financiadora, que pode ser um banco, por exemplo.

Para concretizar a transação, o cliente assina um contrato, no qual estão estipuladas as condições do financiamento, tais quais o número de parcelas e os juros cobrados.

No entanto, em alguns casos, esses juros podem ser abusivos e o cliente poderá entrar com um cálculo revisional, cujo propósito é o de verificar a existência de cobranças indevidas.

Se houver esse tipo de cobrança, é possível diminuir o valor das parcelas ou, até mesmo, reembolsar o consumidor pelo que já foi pago.

Nem sempre é fácil compreender como funciona o cálculo revisional, mas, neste artigo, você encontrará informações claras sobre o assunto.

Como acontece o financiamento de veículo?

Antes de falar sobre o cálculo revisional propriamente dito, é indispensável compreender como acontecem os financiamentos de veículos no Brasil.

O financiamento é, em suma, uma transação financeira, na qual uma fiadora (geralmente um banco) faz o intermédio entre a instituição que vende o veículo e o consumidor que o compra.

Em outras palavras, a financiadora (ou fiadora) assume o valor da compra, pagando-o à instituição que vende o veículo. Depois disso, passa a cobrar do consumidor esse valor, mas em parcelas.

Esse é, na prática, o maior atrativo do financiamento: o consumidor compra um veículo com a possibilidade de dividir o valor total em várias parcelas menores, mais acessíveis para a sua situação econômica.

Para financiar um veículo, ou outro tipo de bem, as financiadoras avaliam o perfil do consumidor, o seu “nome” no mercado e o seu poder aquisitivo, verificando se, de fato, ele poderá arcar com as parcelas.

Se essa análise do perfil e histórico do consumidor for positiva, o financiamento é liberado.

Antes de fazer um contrato, a financiadora geralmente oferece diversas simulações para o consumidor, mostrando o número de parcelas e o valor dos juros em cada possibilidade.

Quanto maior o número de parcelas, mais altos tendem a ser os juros cobrados – aumentando, com isso, o valor total a ser pago.

Os juros são justamente aquilo que propicia lucros para as financiadoras. Por isso mesmo, em todos os financiamentos, haverá a cobrança dessas taxas.

No entanto, o consumidor precisa analisar o contrato com cuidado a fim de verificar se os juros cobrados estão na média do mercado ou se acabam sendo abusivos.

O que são juros abusivos e quando um cálculo revisional pode ser feito?

Juros abusivos são, de acordo com definição do Supremo Tribunal de Justiça, juros cujos valores estão bem acima da média de mercado.

Como as financiadoras geralmente são instituições privadas, é normal que haja uma variação dos valores cobrados. No entanto, se essa variação é muito acentuada, os juros são considerados injustos para o consumidor.

E quando o cálculo revisional se faz necessário? Justamente quando o consumidor desconfia que os juros cobrados são abusivos.

Os contratos costumam ser longos e, muitas vezes, confusos. Por isso, o cálculo revisional pode ser feito mesmo depois da assinatura do contrato entre o consumidor e a financiadora.

E o que é o cálculo revisional? Também chamado de ação revisional, esse procedimento é jurídico, o que significa que acontece com a intervenção judicial e com o intuito de verificar cobranças injustas em transações financeiras, como em financiamentos de veículos.

Como eu já disse, esse cálculo pode ser feito depois da assinatura do contrato e, até mesmo, se houver parcelas atrasadas.

A ação revisional identificou juros abusivos, e agora?

No art. 42, §1º do Código de Defesa do Consumidor (CDC), consta que, caso seja identificada a cobrança abusiva de juros e taxas afins, o valor em excesso já pago pelo consumidor deverá ser devolvido totalmente ou até mesmo em dobro pela financiadora.

No valor ressarcido ao cliente, também serão somados correção monetária e juros legais.

A decisão de quanto ressarcir ou devolver ao cliente depende de existir ou não a hipótese de engano justificável por parte da financiadora, de acordo com o mesmo artigo do CDC.

É interessante saber que, ao entrar com a ação e ter o pedido deferido, o juiz deve garantir ao consumidor o direito de suspender o pagamento das parcelas em aberto e futuras diretamente para a financiadora.

Com isso, o consumidor continuará realizando os pagamentos, mas através de depósito judicial (pagamento em juízo) e no valor estipulado pelo juiz, segundo as condições financeiras desse consumidor.

Ficou mais fácil compreender o que é o revisional de veículos e como ele funciona na prática? Esperamos que sim.

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Marido de aluguel: uma profissão que virou tendência em meio a pandemia

Publicado 21/07/2021 13:46

O marido de aluguel, nada mais é do que um profissional que presta serviço de reparos e manutenções domésticas. E hoje, se tornou uma das profissões de destaque em meio a pandemia do coronavírus.

 

Mesmo após um ano de pandemia, neste primeiro trimestre de 2021, o Brasil possui 14,5 milhões de desempregados, representando uma taxa de desemprego em alta de 14,7%.

 

Em contrapartida, a busca por uma fonte de renda e trabalhos como autônomo aumentaram também, fazendo com que muitas empresas em formato de MEI (Microempreendedor Individual) fossem abertas em plena pandemia, somando mais de 56% de empresas ativas no Brasil.

 

Com todos os desafios enfrentados pelos brasileiros, a solução encontrada para suprir a necessidade de uma renda é empreender, desde produzindo produtos em casa para revender, como abrir um negócio de prestação de serviço, como por exemplo, uma empresa de marido de aluguel.

 

Em Santa Catarina, por exemplo, o setor de serviços cresceu 13,7%, sendo esta uma ótima oportunidade de renda e forma de iniciar o próprio negócio. 

 

O que um marido de aluguel faz?

 

Basicamente, o marido de aluguel é aquele profissional que faz tudo de reparos e manutenções domésticas, solucionando problemas comuns como uma instalação de cortina, torneira vazando ou mais complexos como os serviços elétricos.

 

A ideia é que o profissional se especialize em pequenos e grandes reparos, além das manutenções, abrangendo diversas áreas como: elétrica, hidráulica, pintura, construção e instalações.

 

Hoje essa profissão já é formalizada no Brasil, e pelo último levantamento do SEBRAE, a abertura de MEI para prestação de serviços de reparo aumentou 22% entre os anos de 2016 a 2018, hoje esse número é ainda maior, por conta da alta do desemprego e pela demanda as pessoas passando mais tempo em casa.

 

Público alvo dos maridos de aluguel

 

O público alvo para prestar serviços de marido de aluguel são as pessoas que não tem tempo para fazer reparos em casa, como por exemplo, os jovens solteiros, idosos e casais sem filhos.

 

Quando o serviço começou a se tornar mais visível, o público era as mulheres solteiras, mas com as mudanças de comportamento da população e agora, a pandemia, todas as pessoas podem necessitar desse tipo de serviço.

 

Com a maioria da população em casa, as atividades remotas se tornaram principais tarefas alienadas à rotina, fazendo com que as reformas e manutenções domésticas estivessem mais presentes nos lares brasileiros.

 

No entanto, alguns reparos simples podem ser realizados sem o serviço de um marido de aluguel, como as diversas reparações domésticas com cola, como exemplo, a aplicação de pastilhas de plástico na parede, reparação simples de móveis de madeira e colocação de papel de parede.

 

Portanto, avalie o tipo de serviço doméstico e veja a necessidade de contratação de um marido de aluguel. E para serviços mais complexos, quem sabe essa forma de empreender não seja uma oportunidade de renda.

 

 

ENQUETE

E essa onda de calor?!

É para gente temer o inferno!

Tô na praia porque gosto de calor, se quisesse frio, ia para a serra

Não vejo a hora de passar

Não saio do supermercado para curtir ar condicionado de graça



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Publicado 26/01/2022 21:09




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Fausto Rocha Jr.: 21 anos da morte do ator que Barra Velha (quase) esqueceu

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