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A bordo do esporte

Por Flávio Perez - redacao@diarinho.com.br

A bordo do esporte


Tradicional regata Rolex Capri Napoli confirmada em maio

Publicado 13/04/2021 20:50

A primeira grande prova da temporada de vela oceânica terá lugar conforme programado entre Nápoles e Capri, de 13 a 20 de maio.

Será a 66ª edição da regata na baía de Santa Lucia, em Nápoles.Os barcos partem no sábado, 15 de maio.

A prova deste ano valerá como Campeonato Europeu de ORC e deve ter mais de 90 equipes de nove países.

A regata é também aberta a barcos com multicascos, vintage e clássicos, bem como tripulações de duplas, e cobre aproximadamente 150 milhas de Nápoles a Ponza, retornando para contornar as rochas Li Galli ao largo de Positano, antes de cruzar a linha de chegada em Capri.

A flotilha ficará então em Capri para a segunda fase do Campeonato da Europa, com três dias de prova costeira a decorrer de terça-feira, dia 18, a quinta-feira, dia 20 de maio.

Um total de seis regatas estão programadas, incluindo uma offshore.

"Estamos muito impressionados com a maneira responsável como os organizadores coordenaram este importante campeonato durante esses tempos desafiadores''.

''Com 93 inscrições, este é o ORC europeu mais popular na história de 18 anos do evento. Acho que isso é um indicativo da qualidade de todos. desejo de voltar à vela competitiva ", comentou Bruno Finzi, Presidente do Offshore Racing Congress.

Para otimizar a comunicação e limitar o contato entre os organizadores e capitães, o RCSW se tornará uma regata sem papel.

Todas as inscrições e comunicações serão feitas exclusivamente pelo site do evento, onde os participantes podem usar um chat ao vivo para entrar em contato com os organizadores.

 


Jorge Zarif estreia no Europeu de Finn em Portugal

Publicado 12/04/2021 18:47

O brasileiro Jorge Zarif estreou nesta segunda-feira (12) no Europeu de Finn, evento disputado em Vilamoura, em Portugal.

O atleta olímpico, que não compete eventos internacionais há quase dois anos, começou com um resultado no fim da flotilha na primeira regata, chegando em 46º.

Na prova seguinte, Jorge Zarif se recuperou largando melhor e terminou em oitavo! Na classificação geral do Europeu de Finn, o brasileiro está em 30º.

”O campeonato tem muito barco e uma largada só! Então tem que ficar sempre entre os 10 primeiros para brigar por um resultado bom”, disse Jorge Zarif.

As regatas em Vilamoura continuam nesta terça-feira (13).

Sem competir desde outubro de 2020 na categoria, o atleta campeão mundial e finalista olímpico está acompanhado do treinador Alexandre Paradeda.

O Campeonato Europeu de Finn será realizado em Vilamoura até 16 de abril.

Já o Mundial será na cidade do Porto, entre os dias 5 e 12 de maio.

Jorge Zarif não compete internacionalmente desde o fim de 2019. Os treinos e as competições em Portugal ganham ainda mais importância para ver como estão os adversários na classe Finn.

Mesmo com a indefinição de calendário, Jorge Zarif treinou em praticamente dois períodos cinco vezes por semana para chegar pronto para as regatas de 2021 em Ilhabela (SP) e no Rio de Janeiro (RJ).

Sobre o atleta

O principal resultado de Jorge Zarif na Finn foi o título mundial de 2013, conquistado em Tallin, na Estônia. O velejador também ganhou a versão júnior da competição um mês antes. Após o feito, foi eleito pelo Comitê Olímpico Brasileiro o Atleta do Ano.

Foi campeão da Copa do Mundo de Hyéres, bicampeão da Copa do Mundo de Miami e tetracampeão Sul-Americano. Jorge Zarif também foi campeão da Star Sailors League 2018 e campeão Mundial de 2018.

O objetivo do velejador é chegar pronto para Tóquio 2021, sua terceira olimpíada na carreira. Em Londres 2012, o velejador paulista terminou em 20º lugar e foi o mais jovem da delegação na modalidade. Já na Rio 2016, o atleta ficou em 4º. Em Pequim 2008, Jorginho foi como reserva com apenas 15 anos.

Jorge Zarif é patrocinado por Marinha do Brasil, PGL, Mitsubishi Motors Brasil e Zhik.


Jorge Zarif estreia no Europeu de Finn em Portugal

Publicado 12/04/2021 18:47

O brasileiro Jorge Zarif estreou nesta segunda-feira (12) no Europeu de Finn, evento disputado em Vilamoura, em Portugal.

O atleta olímpico, que não compete eventos internacionais há quase dois anos, começou com um resultado no fim da flotilha na primeira regata, chegando em 46º.

Na prova seguinte, Jorge Zarif se recuperou largando melhor e terminou em oitavo! Na classificação geral do Europeu de Finn, o brasileiro está em 30º.

”O campeonato tem muito barco e uma largada só! Então tem que ficar sempre entre os 10 primeiros para brigar por um resultado bom”, disse Jorge Zarif.

As regatas em Vilamoura continuam nesta terça-feira (13).

Sem competir desde outubro de 2020 na categoria, o atleta campeão mundial e finalista olímpico está acompanhado do treinador Alexandre Paradeda.

O Campeonato Europeu de Finn será realizado em Vilamoura até 16 de abril.

Já o Mundial será na cidade do Porto, entre os dias 5 e 12 de maio.

Jorge Zarif não compete internacionalmente desde o fim de 2019. Os treinos e as competições em Portugal ganham ainda mais importância para ver como estão os adversários na classe Finn.

Mesmo com a indefinição de calendário, Jorge Zarif treinou em praticamente dois períodos cinco vezes por semana para chegar pronto para as regatas de 2021 em Ilhabela (SP) e no Rio de Janeiro (RJ).

Sobre o atleta

O principal resultado de Jorge Zarif na Finn foi o título mundial de 2013, conquistado em Tallin, na Estônia. O velejador também ganhou a versão júnior da competição um mês antes. Após o feito, foi eleito pelo Comitê Olímpico Brasileiro o Atleta do Ano.

Foi campeão da Copa do Mundo de Hyéres, bicampeão da Copa do Mundo de Miami e tetracampeão Sul-Americano. Jorge Zarif também foi campeão da Star Sailors League 2018 e campeão Mundial de 2018.

O objetivo do velejador é chegar pronto para Tóquio 2021, sua terceira olimpíada na carreira. Em Londres 2012, o velejador paulista terminou em 20º lugar e foi o mais jovem da delegação na modalidade. Já na Rio 2016, o atleta ficou em 4º. Em Pequim 2008, Jorginho foi como reserva com apenas 15 anos.

Jorge Zarif é patrocinado por Marinha do Brasil, PGL, Mitsubishi Motors Brasil e Zhik.


Academia da CBVela planeja atividades em 2021

Publicado 10/04/2021 11:39

A Academia CBVela já conta com algumas atividades planejadas para o ano de 2021. Entre os meses de fevereiro e abril já foram realizados cinco eventos e, até outubro, já estão confirmados e agendados mais nove eventos, dentre clínicas, seminários e workshops de temas e objetivos variados que tangem o ecossistema da Vela.

Seguindo o objetivo de formar e nivelar o conhecimento dos profissionais que ensinam ou têm a intenção de ensinar a modalidade no país, já se encontram programadas três clínicas, uma de monitor e duas de instrutor de vela. Com a realização dessas clínicas encontraremos mais de 500 pessoas certificadas espalhadas por, no mínimo, 20 estados do Brasil.

Outro projeto da Academia está nos seminários de gestão. Serão ao todo 5 seminários: o já realizado sobre Federações Estaduais e os que ainda estão por vir sobre Organização de Classes; Clubes, Marinas e Departamentos; Marketing Esportivo e, por fim, sobre um novo estatuto para a CBVela.

A expectativa é que abordando esses conteúdos e alcançando as pessoas que fazem ou farão o gerenciamento desses pontos estratégicos do desenvolvimento do esporte nacional, a modalidade consiga crescer de forma estruturada e pautada em informação e redes de apoio.

Terá ainda um workshop de saúde esportiva com Martha Rustum especialista em cardiologia que trará como tópicos: a avaliação pré-participação, o coração de atleta, o overtraining e a morte súbita com uma abordagem qualificada. Para o futuro, a Academia pretende trazer mais profissionais que agreguem ao esporte e tragam indicações para decisões pautadas em conhecimento científico.

Em outubro a Academia se propõe ainda a atuar promovendo o primeiro Festival de Vela Feminina. Seguindo uma proposta global da World Sailing com uma iniciativa chamada Steering the Course, a Academia tem cadastrado eventos que busquem introduzir e incentivar a vela para mais meninas e mulheres

Saiba mais aqui https://forms.gle/ouDx6USm8Vx4o44P7 .

Podem ser eventos variados, de palestras a regatas que impulsionem a participação feminina no esporte e para tal espera-se contar com a participação das mais 500 velejadoras cadastradas

https://forms.gle/wJypFySkhNGs3Wzq8

Confira o calendário dos eventos que já estão com inscrições abertas e participe !

12 a 14 de abril: Seminário de Gestão sobre Organização de Classes
26, 28, 30 de maio, 03 e 05 de junho: Clínica Nível 1 | Monitor de Vela
10, 12, 14, 17 e 19 de maio: Clínica Nível 2 | Instrutor de Vela
07 a 09 de junho: Workshop Saúde Esportiva
21 a 23 de junho: Seminário de Gestão sobre sobre Clubes, Marinas e Departamentos Náuticos
28 de junho a 2 de julho: Clínica Nível 2 | Instrutor de Vela
09 a 11 de agosto: Seminário de Gestão sobre sobre Marketing Esportivo
04 a 06 de outubro: Seminário de Gestão sobre sobre Novo Estatuto da CBVela

Para mais informações e inscrições pelo site:
https://academiacbvela.com.br/


Norte-americana conquista maior título da carreira com o Minas Tênis Clube

Publicado 08/04/2021 22:34

Em mais uma final mineira, o Minas Tênis Clubes precisou do tie-break para superar o rival Praia Clube e conquistar o tricampeonato da Superliga 2020/2021.

Com boas atuações durante as finais, a agenciada Pro Sports Danielle Cuttino anotou 22 pontos e foi campeã pela primeira vez da competição nacional. 

A norte-americana  chegou no Minas Tênis Clube após ganhar a medalha de ouro da Copa Pan-Americana, em julho de 2019, com a seleção de seu país. E já na sua primeira temporada na equipe mineira foi campeã do principal campeonato de clubes da América.

Cuttino foi fundamental no tie-break na final da Superliga, com pontos de ataque e bloqueios que neutralizaram o Praia Clube.

''Fiquei muito feliz por ter contribuído! Estava nervosa no início da partida e só sabia no final, que se eu não aparecesse, não íamos ganhar. Naquele momento, eu senti que não queria me arrepender depois da partida, na vitória ou derrota”, comentou a oposta, que também joga de ponteira.

Com uma derrota na primeira partida da final, a equipe do Minas igualou a disputa na segunda e precisou virar o placar no jogo decisivo, por 3 sets a 2 (25/17, 13/25, 12/25, 25/18 e 15/11). 

Por conta da pandemia, a Superliga Feminina optou por uma bolha para preservar as atletas. Juntamente com o elenco do Minas, a norte-americana superou todas as adversidades para levantar seu primeiro título nacional. 

''Foi uma sensação incrível! Esse foi meu primeiro título da Superliga, no primeiro ano no Brasil. A corrida dos playoffs foi muito desafiadora mental e fisicamente. Na bolha foi difícil, mas vencer tudo foi uma sensação muito satisfatória'', explicou a atleta.

O acolhimento da equipe e torcida foram fundamentais para o desempenho de Cuttino dentro das quadras. Ao final da temporada, a camisa 20 agradece ao apoio da torcida no título que marcou sua carreira. 

''Preciso agradecer o incentivo de todos em Minas. Senti muito amor e  apoio da torcida, mesmo com todos os jogos fechados para os fãs. Essa temporada foi muito difícil com todas as incertezas, mas o vôlei foi o ponto alto da minha experiência no Brasil'', finalizou Danielle Cuttino.

Confira os títulos na carreira de Danielle Cuttino:
Superliga - 2020/2021
Campeonato Mineiro - 2020 
Copa Pan-Americana - 2019
Medalha de Prata no Mundial sub-18 – 2013 


Presidente da PAB assume direção de polo aquático da CBDA

Publicado 07/04/2021 00:33

A partir do mês de abril de 2021, o presidente da Liga Brasileira Polo Aquático (PAB), Alessandro Moscal Checchinato será também o diretor responsável pela modalidade na Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), assumindo a vaga de João Santos, que exerceu a função por quase quatro anos.

O principal objetivo da gestão de Alessandro Checchinato será ampliar a pratica do polo aquático entre as mulheres, implementar as categorias de base dentro e fora do eixo Rio e São Paulo e elaborar um plano estratégico da modalidade para os próximos 12 anos. Mesmo com a mudança, a CBDA e a PAB continuam com suas respectivas funções preservadas.

A Confederação segue responsável pelas seleções brasileiras, arbitragem e Divisão II. Já a PAB pelas competições das categorias de base e da divisão principal, que incluem a Liga e o Open.

''A relação entre as entidades se fortificou desde que o Luiz Coelho e Renato Cordani assumiram a direção da CBDA, e está melhorando cada vez mais. É natural que a tendência seja uma aproximação maior entre as entidades, sendo o presidente da PAB o diretor de Polo Aquático na CBDA''.

''O Polo Aquático só tem a ganhar quando duas entidades grandes como a CBDA e a PAB estão alinhadas trabalhando em prol da modalidade'', disse Alessandro Moscal Checchinato.

Com 49 anos e experiência dentro e fora das piscinas no polo aquático, o dentista e ex-jogador de polo aquático por Jundiai Alessandro Moscal Checchinato reconhece que terá bastante trabalho em função da crise econômica e sanitária no Brasil.

''A paralisação das competições pela pandemia e a desvalorização cambial decorrente da piora da economia aumentaram exponencialmente as dificuldades não apenas no polo aquático, mas em todas as modalidades esportivas''.

''Por outro lado, estou confiante que posso contribuir para o polo aquático continuar crescendo em todas as regiões do País, dando assim continuidade ao trabalho que o João Santos vinha fazendo''.

Em carta aberta publicada no site da CBDA, João Santos agradeceu a todos que o ajudaram na gestão passada.

''Sou muito grato também ao apoio e paciência das pessoas que colaboraram de forma incansável e, muitas vezes voluntária, e à toda comunidade, nesses anos de transição, que não foram fáceis, mas que certamente valeram a pena! Fiz o que consegui''.

''Agora é hora de novas ideias, nova energia, nova gestão, pois, acredito nessa oxigenação como fator fundamental de progresso do esporte. Desejo toda a sorte à nova gestão'', disse João Santos.

Sobre a PAB

A Liga Brasileira de Polo Aquático (PAB) foi criada com o objetivo de difundir a modalidade no Brasil. Para isso ela busca o protagonismo de clubes, atletas e técnicos com foco no fomento do esporte no médio e longo prazo, evidenciando a visão coletiva que representa os interesses do polo aquático.

A Liga Brasileira de Polo Aquático foi fundada com a participação de dez clubes em março de 2016: Club Athletico Paulistano (SP), Clube Jundiaiense (SP), Clube Paineiras do Morumby (SP), Clube de Regatas do Flamengo (RJ), Esporte Clube Pinheiros (SP), Tijuca Tênis Clube (RJ), Fluminense Football Club (RJ), Clube Internacional de Regatas (SP), Serviço Social da Indústria – SESI-SP (SP) e Associação Brasileira "A Hebraica" de São Paulo.

 


Incêndio atinge Naval Charitas, importante clube de vela do País

Publicado 06/04/2021 20:08

Um incêndio atingiu uma lanchonete que fica no Clube Naval Charitas, em Niterói (RJ) na tarde de terça-feira (6).

Segundo comunicado do Corpo de Bombeiros, os agentes foram acionados às 14h24 para atender a ocorrência na Av. Carlos Ermelindo Marins, número 3100.

O incêndio teve início na cozinha da lanchonete e, segundo o Corpo de Bombeiros, não chegou a atingir outras partes do empreendimento.

A boa notícia é que não há vítimas!

O local é referência nacional na prática de vela, sediando campeonatos e eventos importantes.

Em novembro deste ano está marcado o VelaShow, principal feira dedicada à modalidade no País.

 


Itajaí (SC) celebra 11 anos de envolvimento com a The Ocean Race

Publicado 01/04/2021 22:45

O 1º de abril de 2010 entrou para a história da vela brasileira com o anúncio da chegada da Volvo Ocean Race, atual The Ocean Race ao município de Itajaí.

A cidade catarinense entrava no radar da vela oceânica realizando desde então três edições do evento de volta ao mundo, batendo recorde de público seguidamente.

A cerimônia de confirmação foi realizada no Castelo Montemar, localizado no Morro da Cruz, cartão postal de Itajaí.

Estiveram presentes autoridades locais e os medalhistas olímpicos Torben e Lars Grael, além dos representantes da VOR, liderada por Knut Frostad.

Torben, inclusive, era o atual campeão da regata levando os suecos do Ericson 4 ao lugar mais alto do pódio.

A partir daí Itajaí (SC) sediou as paradas da América do Sul em 2012, 2015 e 2018.

Para a edição 2022-23 da The Ocean Race, os catarinenses estão outra vez na rota.

Segundo Adilson Pacheco, jornalista e idealizador da campanha brasileira na regata de 2022-23, a chegada da The Ocean Race a Itajaí impactou o esporte local.

''Além de mostrar as belezas de Itajaí para o mundo, a Ocean Race fez com que a população local se interessasse mais pela vela oceânica. Desde então vemos mais crianças em regatas no Saco da Fazenda e muitos locais se destacando na realização de eventos''.

''Itajaí também sediou a Transat Jacques Vabre e o VelaShow. Agora é a vez de dar um passo maior, mesmo com crise econômica. Temos vontade e estamos próximos de confirmar a equipe brasileira na regata, fato que não ocorre desde 2006''.

A novidade citada pode ser a entrada de um barco de Santa Catarina na classe IMOCA.

Os idealizadores da equipe brasileira estão em negociação com empresas nacionais e internacionais, inclusive uma parceria com skippers da França.

A The Ocean Race começa em outubro de 2022 partindo de Alicante, na Espanha. O final será em 2023 em Gênova, na Itália.

Barcos das classes IMOCA e VOR65 estão inscritos.

 


Futebol feminino do Corinthians tem nova rodada de teste de COVID-19 feita pelo HCA

Publicado 01/04/2021 17:52

As jogadoras e a comissão técnica do time feminino do S.C. Corinthians Paulista fizeram uma nova rodada de testes contra COVID-19, que fazem parte do controle do passaporte imunológico feito pelo HCA - Health Control & Assistant. A startup testou as atletas nesta quinta-feira (1º) no parque São Jorge, zona leste de São Paulo (SP). O HCA é parceiro da principal equipe do País, que no mês passado ficou com o terceiro lugar da Libertadores da América.

O trabalho de monitoramento e prevenção do HCA incluí todo o passaporte imunológico com triagem, baterias de testes, monitoramento integral dos quadros e controle da de coronavírus.

''É muito importante ter esses teste regulares para que a gente possa trabalhar com um pouco mais de tranquilidade. É um momento difícil que o Brasil e o mundo vivem e o HCA está nos oferecendo com muita qualidade e carinho os acompanhamentos'', disse Arthur Elias, treinador da equipe feminina.

Todo o processo de passaporte imunológico foi desenvolvido baseado nos protocolos mais atuais estabelecidos pela OMS - Organização Mundial de Saúde, estabelecendo experiências práticas de acordo aos cenários, como por exemplo: empresarial, esportivo e nas ações ações sociais.

''Acho que é muito importante as testagens nas atletas, comissão e staff. A gente sabe que a vida de atleta não é fácil, sendo muito corrida. Mas é muito importante saber como estamos de saúde. A gente não possui sintomas da Covid-19, mas acaba dando positivo e não sabe quais os sintomas. Algumas atletas vão e voltam para casa, por terem familiares e a gente também precisa cuidar deles'', contou a lateral esquerda Tamires.

A startup localizada em São Paulo (SP) tem laboratórios credenciados ao redor do País. O HCA, por meio de parceiros de credibilidade em diversas áreas de atuação, conseguiu aplicar a metodologia Health Control Assistant nos eventos e ações sociais.

''As testagens são fundamentais para a continuidade do esporte e principalmente para a retomada econômica do País, principalmente nesse momento delicado. Precisamos de ainda mais testes e redobrar os cuidados'', explicou Paulo Pan, diretor do HCA.

A parceria com a CUFA - Central Única das Favelas é outro case de sucesso do HCA nesse curto espaço de implantação. A startup faz testes desde o início da pandemia em comunidades indicadas por seus organizadores. O HCA iniciará o próximo ciclo de testagens e buscará apoio para continuar essa iniciativa fundamental nesse momento.

A ferramenta é essencial para que as instituições possam dispor da capacidade de tomar decisões de forma consciente e assertiva, minimizando os riscos de contágio com o vírus e consequente disseminação da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).


Empresas que ''monitoram'' ventos ganham espaço

Publicado 29/03/2021 19:51

Algumas empresas de monitoramento de ventos já estão no mercado ajudando velejadores e amantes de atividades náuticas no dia-a-dia.

No litoral norte de São Paulo, por exemplo, a cobertura é cada vez maior.

Empresas como a MuitoBonsVentos estão aumentando sua capacidade na região e também ampliando para o Rio de Janeiro.

O objetivo da startup é ter 100 pontos em represas, lagoas, rios e costa brasileira até o final de 2021.

Os próximos passos são a instalação de novos equipamentos em Angra dos Reis, Barra da Tijuca, Marina da Barra e na Baia de Guanabara, locais onde a startup está solicitando autorizações e verificando a viabilidade da prestação do serviço.

A nova versão do software de monitoramento cita as previsões embargadas, que informam de forma clara a tendência dos ventos para as próximas horas junto com o histórico acumulado no acervo da aplicação, o que pode ajudar bastante no planejamento das atividades.

A MuitoBonsVentos espera até final de 2021 ter instalados 100 pontos de monitoramento, aumentando seu campo de abrangência em águas brasileiras.

Hoje o serviço por aplicativo ou via web oferece aos usuários/apoiadores um amplo monitoramento no Canal de São Sebastião, litoral norte de São Paulo, uma das mais importantes áreas de vela e atividades náuticas do Brasil.

O serviço contempla as leituras minuto a minuto de estações com resolução de 0.25 nós e 1 (grau) na direção, processados e
exibidos de forma clara, completa e intuitiva na plataforma gráfica MuitoBonsVentos.

Das cinco estações instaladas é possível ter informações em tempo real de visor de vento online, marés, previsão do tempo. Ainda é possível ter dados das últimas 48 horas das estações meteorológicas com informações de temperatura, pressão, e umidade.

 


Aluna da Escolinha de Triathlon tem a mãe como parceira de treinos

Publicado 27/03/2021 17:21

Um bom companheiro de treinos, mais do que motivar, ajuda a melhorar o desempenho nos exercícios.

Especialmente para as crianças, que ainda estão na fase da descoberta.

E Natália Moteiro de Souza, aluna da Escolinha de Triathlon Formando Campeões em Campinas, São Paulo, tem uma parceira especial: a mãe, Fabiana, com quem divide as corridas e a paixão pelo esporte.

O esporte sempre foi parte fundamental da rotina na casa de Natália. Ela começou a fazer natação e ballet aos 2 anos, passou para a ginástica artística e o jazz aos cinco anos e depois mudou para a ginástica rítmica.

E já tinha como exemplo a mãe, Fabiana Helena Monteiro, de 44 anos, participante de uma assessoria esportiva de corrida. Foi por meio do seu professor de corrida que Fabiana soube do projeto da Escolinha de Triathlon e resolveu inscrever a filha, hoje com 12 anos.

"As aulas de triathlon dadas pelos professores Luiz Henrique Castilho e Jessica Barbosa de Lima são fenomenais''.

''Eles fizeram a Natália se apaixonar pelas três modalidades, a natação, o ciclismo e a corrida", conta Fabiana. "Ela desenvolveu o físico, melhorou a autoestima e a energia diária."

O triathlon aproximou ainda mais as duas, que dividem os treinos de corrida. Mãe e filha decidem juntas o tipo de treino e até o ritmo. Mas o mais importante, como destaca Fabiana, é o elo entre as duas por meio do esporte e a diversão.

"Fico muito orgulhosa em ver o interesse dela em aprender mais sobre os treinos e eu poder ajudar nas respostas''.

''Nós nos divertimos correndo juntas, eu porque não acompanho nos treinos fortes, ela porque ainda não controla o ritmo, e assim nos enchemos de amor", diz a mãe.

"Devido à pandemia, a Natália ainda não experimentou o gostinho de disputar uma competição de triathlon, mas quando tudo voltar ao normal eu espero que ela siga em frente por vários anos, como atleta."

Igualdade de gêneros na Escolinha de Triathlon

A preocupação da Escolinha em apoiar o empoderamento das meninas e mulheres está alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Os chamados ODS são uma coleção de 17 metas globais, estabelecidas pela Assembleia Geral das Nações Unidas, como parte da Agenda 2030. Abrangem questões de desenvolvimento social e econômico, incluindo a igualdade de gênero, colocado como o quinto objetivo.

Formando Campeões

A Escolinha de Triathlon Formando Campeões, iniciada há cinco anos em Curitiba (PR), é hoje um modelo de formação da modalidade no País. Idealizado pelo atleta olímpico curitibano Juraci Moreira, contempla cerca de 580 crianças e adolescentes em 13 núcleos espalhados por Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Distrito Federal e Ceará.

Em Campinas, os alunos têm aulas de triathlon englobando as três modalidades do esporte (natação, ciclismo e corrida), duas vezes por semana. As aulas, com duas horas de duração, são dadas duas vezes por semana para turmas de 10 alunos, de terça a sexta-feira pela manhã, das 9 às 11 horas, e à tarde, das 15 às 17 horas.

A Escolinha de Triathlon Formando Campeões é viabilizada pela Lei de Incentivo ao Esporte, programa da Secretaria Especial do Esporte, Ministério da Cidadania e Governo Federal com a execução da APANI SEME-Itu e apoio da prefeitura de Campinas. Os patrocinadores são ABL Antibióticos do Brasil, SulAmérica, Astra e Japi.


11th Hour Racing treinando para a The Ocean Race Europe

Publicado 26/03/2021 00:46

O barco 11th Hour Racing Team está confirmado na The Ocean Race Europe, marcada para maio deste ano.

A prova que 'esquenta' a antiga Volvo Ocean Race terá barcos da VO65 e da IMOCA.

E o norte-americano Charles Enright já faz planos para colocar a equipe no topo do pódio na categoria dos 60 pés.

O velejador 11th Hour Racing Team já está de volta aos treinos mesmo em tempos de pandemia.

A The Ocean Race Europe será a primeira oportunidade de correr em uma configuração totalmente tripulada no IMOCA.

''A Ocean Race Europe será uma grande oportunidade para alinhar-se com os outros IMOCA 60s e pela primeira vez com tripulação completa''.

''Embora pareça que teremos um dos únicos barcos da geração mais antiga, o plano é ter novos hidro fólios e estamos ansiosos para ver seu desempenho'', disse o norte-americano.

Em entrevista ao site da The Ocean Race, Charles Enright confessou ter aprendido muito nesses dois anos na campanha de IMOCA, que incluíram também a Transat Jacques Vabre.

'' As regatas transatlânticas são muito diferentes das costeiras, então não tenho certeza de quanto do nosso aprendizado nos últimos 18 meses se aplicará! O barco está bem equipado para mais pessoas para pernas curtas e rápidas''.

''Temos praticado o manuseio do barco e as mudanças de vela, mas, em última análise, tudo se resume a velocidade na água e tomar as decisões táticas corretas''.

A Ocean Race Europe consiste em três etapas curtas, de alguns dias no máximo.

''São muito diferentes das etapas típicas da Ocean Race, que duram 20 ou mais dias, ou das voltas ininterruptas do planeta que levam mais de 70 dias''.

''Em muitos aspectos, essas pernas mais curtas são mais difíceis porque você está sempre ligado e raramente entra em qualquer tipo de sistema de relógio''.


Vanessa Janke vira arma do Sesi Vôlei Bauru em playoffs

Publicado 25/03/2021 11:55

Resolver em momentos decisivos não é novidade para Vanessa Janke, ponteira do Sesi Vôlei Bauru e agenciada pela Pro Sports.

A jogadora de 30 anos foi um dos destaques da classificação da equipe paulista para a semifinal da Superliga feminina de vôlei.

A catarinense de Pomerode será uma arma importante para o primeiro duelo da série melhor de três contra o Itambé/Minas, nesta sexta-feira, às 21h30, no Centro De Desenvolvimento de Voleibol (CDV), em Saquarema (RJ).

Um dos nomes mais identificados com a camisa bauruense, Vanessa roubou a cena no terceiro triunfo das quartas de final, contra o Sesc RJ Flamengo, comandado por Bernardinho. O Sesi Vôlei Bauru, do técnico Rubinho, fechou o jogo por 3 sets a 2 e a série por 2 a 1.

Janke substituiu a búlgara Dobriana Rabadzhieva, que sofreu uma lesão no menisco do joelho direito, e marcou sete pontos, com ótimos 54% de aproveitamento em ataques e uma sequência fundamental de pontos no tie-break. Ela contou a estratégia para resolver nos momentos mais delicados.

- Estou sempre preparada para executar na hora dos jogos tudo aquilo que realizo nos treinos. É fundamental você se preparar e estar pronto para executar. Minha responsabilidade continua a mesma. Continuo tendo que fazer tudo que sempre fiz e não seria agora que seria diferente, então apenas preciso seguir o caminho e não procurar a pressão - afirma Vanessa.

Não é a primeira vez que a ponteira ajuda a eliminar a tradicional equipe carioca. Na temporada 2018/2019, ela também saiu do banco para ser um dos nomes da classificação à semifinal. Na ocasião, o Bauru acabaria eliminado pelo Dentil/Praia Clube em seguida. Desta vez, a atleta acredita que o desfecho pode ser diferente.

- Na reta final de toda temporada a equipe amadurece e encontra caminhos para o sucesso. Oscilamos muito ao longo de toda competição e procuramos sempre corrigir nossos erros rapidamente. Acredito que o aspecto coletivo foi o que se sobressaiu - avalia Vanessa.

Para derrotar o Minas, equipe que teve a melhor campanha na fase classificatória da Superliga, a ponteira pede disciplina tática e atenção sobre um fundamento em especial.

- Teremos que entrar 100% focadas na estratégia tática montada pelo Rubinho e dar o nosso melhor. Sacar bem será uma arma importante - concluiu a atacante.

O Sesi Vôlei Bauru também conta com as agenciadas Pro Sports Polina Rahimova, Tiffany Abreu, Maria Luiza e Brenda Castillo.


Triatletas da Escolinha de Triathlon inspiram novas gerações

Publicado 25/03/2021 11:43

Jovens triatletas, elas ainda estão em busca de seus sonhos no esporte. Mas já acumulam conquistas impressionantes e, hoje, inspiram as gerações mais novas.

Gabrielle Lemes, Alice Tinelli e Fernanda Nardino cresceram na Escolinha de Triathlon Formando Campeões.

São fruto de um trabalho de formação que quer deixar como legado a igualdade de gêneros e o empoderamento feminino.

As três triatletas juntam-se a vários outros nomes femininos de destaque no Brasil. Um cenário bem diferente de há alguns anos, quando havia poucas mulheres brasileiras em quem se espelhar.

Elas se desenvolveram no grupo de alto rendimento da Escolinha de Triathlon, voltado para as competições nacionais e internacionais.

Campeã sul-americana júnior de triathlon em 2018, Gabrielle Lemes sonha em trazer para o Brasil a medalha olímpica. E já encara a responsabilidade de ser espelho para as meninas mais novas da Escolinha.

"É uma honra ser exemplo para alguém, isso me dá ainda mais força para treinar, e ser melhor", destaca Gabrielle, lembrando-se das suas inspirações no começo da carreira.

"Treinei sete anos com a Camila, técnica de natação na Escolinha, e sempre a tive como exemplo de força e garra. Também me espelhava na campeã olímpica e americana Gwen Jorgensen."

Triatletas brasileiras como inspiração

A professora Camila Silva Castro também foi uma inspiração para Alice Tinelli, no começo de sua trajetória.

Hoje, ela já cita várias triatletas brasileiras como exemplo, caso de Pamella oliveira, Bia Neres, Vittoria Lopes e Luiza Baptista. Hoje também um exemplo para as mais novas, Alice divide os treinos com o estágio como professora de educação física na Escolinha, e pensa num futuro em que poderá passar sua experiência no esporte.

"Agora vivendo esse outro lado, como estagiária, vejo que as meninas acabam seguindo o meu exemplo. Isso é muito motivador pra mim", conta Alice, que acumula entre seus resultados o de campeã brasileira júnior de triathlon, em 2018, e a medalha de bronze no Campeonato Brasileiro de Sprint Triathlon, em 2019.

"Ainda quero muito chegar às Olimpíadas. Mas, depois, quero poder dizer que sou professora de triathlon e poder contar para as alunas sobre a minha experiência nas Olimpíadas, para motivá-las."

Igualdade de gênero como legado da Escolinha

Também estagiária em educação física na Escolinha de Triathlon, Fernanda Nardino tem como inspiração as próprias professoras do projeto. E já enxerga um futuro em que as mulheres ocuparão o mesmo espaço dos homens, no triathlon.

"Quando comecei, poucas mulheres praticavam o triathlon. Eu me espelhava na Fernanda Keller, por ela ter feito muitos Ironman e ter o mesmo nome que eu", lembra Fernanda, medalha de bronze no Mundial Escolar de Triathlon de 2017 e campeã da Copa Brasil de Sprint Triathlon de 2016 por categoria.

"Com o projeto da Escolinha, esse número cresceu significativamente. Tenho certeza de que logo teremos 50% de cada gênero praticando o Triathlon."

Novas gerações chegando

A preocupação da Escolinha em apoiar o empoderamento das meninas e mulheres está alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Os chamados ODS são uma coleção de 17 metas globais, estabelecidas pela Assembleia Geral das Nações Unidas, como parte da Agenda 2030.

Abrangem questões de desenvolvimento social e econômico, incluindo a igualdade de gênero, colocado como o quinto objetivo. O trabalho já mostra resultado, refletindo-se nas mais novas gerações.

"No lugar em que eu treinava antes, tinha só tinha só três meninas e dez meninos. Isso me chateava. Se você tiver a mesma capacidade física que os meninos, pode fazer os mesmos treinos, não muda nada", aponta Angelina Carvalho.

Um dos mais novos destaques da Escolinha, ela já chegou impressionando os professores em 2019, pela postura de atleta profissional. Em sua primeira competição, conquistou o quinto lugar no Circuito Renault de Triathlon.

Este ano, foi a campeã em sua categoria do 16º Triathlon de Verão de Guaratuba. Sua grande inspiração entre as triatletas brasileiras é Gabrielle Lemes.

Formando Campeões

A Escolinha de Triathlon Formando Campeões, iniciada há cinco anos em Curitiba (PR), é hoje um modelo de formação da modalidade no País.

Idealizado pelo atleta olímpico curitibano Juraci Moreira, contempla cerca de 580 crianças e adolescentes em 13 núcleos espalhados por Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Distrito Federal e Ceará.

A unidade do Colégio da Polícia Militar do Paraná foi a primeira a ser criada, e é pioneira na formação de triatletas. Hoje, atende mais de 80 alunos. As crianças contam com todos os equipamentos necessários e são treinadas por especialistas na modalidade.

A Escolinha de Triathlon Formando Campeões é viabilizada pela Lei de Incentivo ao Esporte, programa da Secretaria Especial do Esporte, Ministério da Cidadania e Governo Federal com a execução da Federação Paranaense de Triathlon e apoio do Colégio da Polícia Militar do Paraná. Os patrocinadores são SulAmérica, Eletrolux e Rede Condor.

 

Curta a Fã page - Escolinha de Triathlon - Formando Campeões


Multi50 passa a se chamar Ocean Fifty e lança circuito na Europa

Publicado 23/03/2021 14:39

A classe Multi50 revelou, na semana passada  em Paris, na França, os contornos do seu novo circuito tripulado, o Pro Sailing Tour.

Será um programa de cinco encontros que terá início em Brest no dia 5 de maio.

Os trimarãs de 50 pés (15 metros), renomeados de Ocean Fifty, também participarão de regatas em La Rochelle (26-30 de maio), nas Canárias (30 de junho a 4 de julho) e em Marselha (21 a 25 de julho).

Em cada etapa, as tripulações participarão de um desafio offshore de 24 horas (400 milhas) e regatas na baía ou roadstead (6 a 8 voltas).

A grande final consistirá em um evento de regata offshore no Mediterrâneo e no Atlântico com chegada em Brest (1 a 7 de agosto).

Seis capitães e sua tripulação estarão na linha de partida (Sam Goodchild, Gilles Lamiré, Sébastien Rogues, Thibaut Vauchel-Camus, Quentin Vlamynck e Fabrice Cahierc).

A classe esteve em regatas renomadas como Transat Jacques Vabre, que em 2021 não virá ao Brasil após quatro temporadas consecutivas.



INEOS Team UK desafia Emirates Team New Zealand para 37ª America's Cup

Publicado 19/03/2021 12:03

O INEOS TEAM UK por meio do Royal Yacht Squadron Racing confirma que será o desafiante da America's Cup.

O time de Ben Ainslie, que disputou a última edição perdendo a Prada Cup para os italianos do Luna Rossa, já tem o aval dos atuais campeões.

Nesta semana, o Emirates Team New Zealand confirmou a manutenção da taça na Novs Zelândia ao bater o Luna Rossa por 7 a 3.

O challenger trabalhará junto aos campeões da Copa América para desenvolver os parâmetros para a próxima campanha, antes que outras equipes passem a fazer parte da competição.

A carta do desafiante foi assinada em 17 de março, a bordo do iate IMAGINE por Bertie Bicket, presidente do Royal Yacht Squadron Racing e aceita por Aaron Young, comodoro do Royal New Zealand Yacht Club.

O Royal Yacht Squadron Racing também confirmou que continuará a ser representado pela INEOS TEAM UK.

Será a primeira vez que uma equipe britânica competirá em três ciclos consecutivos da America's Cup, desde que Sir Thomas Lipton e o Royal Ulster YC disputaram entre 1899 e 1930.

Com a chegada do desafiante, a próxima ediÇão começa ser desenhada nas palavras de  Grant Dalton, CEO da Emirates Team New Zealand.

"A 37ª Copa América começou efetivamente no momento em que o time cruzou a linha de chegada na tarde de quarta-feira".

"É muito empolgante ter um novo Challenger of Record para continuar a construir a escala da America's Cup globalmente''.

Enquanto isso, Ben Ainslie, capitão e chefe da equipe INEOS TEAM UK, também compartilhou sua empolgação com o retorno à America's Cup.

"O INEOS TEAM UK está empenhado em trabalhar ao lado do Emirates Team New Zealand e nossos respectivos iates clubes para continuar o desenvolvimento deste evento histórico".

A classe AC75 deve continuar na disputa, mas o aviso de regata só deve ser confirmado no ano que vem.

 


Bruno Prada vence a Bacardi Cup na proa de Mateusz Kusznierewicz

Publicado 13/03/2021 20:22

O polonês Mateusz Kusznierewicz e o brasileiro Bruno Prada conquistaram o bicampeonato da Bacardi Cup Invitational Regatta na classe Star neste sábado (13), evento disputado na Baía de Biscayne, em Miami, nos Estados Unidos.


A dupla campeã mundial de 2019 da categoria teve um desempenho perfeito com 100% de aproveitamento na competição. Ou seja, os dois venceram oito das oito regatas programadas!

A medalha de prata ficou com a dupla Eric Doyle (EUA) e Payson Infelise (EUA) e o bronze para Augie Diaz (EUA) e Marcus Koy (ALE).

O resultado coloca Bruno Prada no topo da lista de brasileiros vencedores da Bacardi Cup na Star, ao lado da dupla Lars Grael e Samuel Gonçalves, com duas taças cada.

O título nos Estados Unidos é mais um para a vitoriosa galeria de Bruno Prada, que tem duas medalhas olímpicas em Pequim 2008 e Londres 2012, SSL Star Sailors League, além de cinco títulos mundiais de Star (2007, 2011, 2012, 2016 e 2019).

''Uma semana praticamente dos sonhos. Ganhamos as oito regatas possíveis! Eu não lembro de ter feito isso em nenhum evento internacional. Em eventos nacionais com Robert Schedit algumas vezes''.

''Mas hoje foi em um evento deste nível, repetindo o resultado do ano passado. A Bacardi é uma dos mais desejadas na classe Star e da vela mundial. Então estou muito feliz de ter ganho'', comemorou o medalhista olímpico Bruno Prada.

''Tivemos uma semana que começou com muitos ventos! Mais complicado para quem estava parado e tivemos apenas um dia para treinar''.

''Acho que a vantagem que tivemos foi usar o mesmo barco do ano passado. Foi justamente o Star que ganhamos o Mundial, em 2019. Um barco que estamos acostumados, que já estamos adaptados''.

Mas para ser campeão da Bacardi Cup Invitational Regatta, Bruno Prada teve de superar o desafio de conseguir sair do Brasil com todos os problemas relacionados à pandemia de COVID-19.

''O ponto super importante foi a dificuldade de vim para cá com fronteiras fechadas. Tivemos que ter apoio do Comitê Olímpico Americano e da Federação de Vela Americana, que me ajudou muito! A semana foi muito boa''.

''Eu estava há um ano sem subir no barco, sem treino e com muita vontade de velejar'', disse Bruno Prada, que também é o organizador do L'Étape Brasil by Tour de France, principal prova de ciclismo amador do País.

Resultado Final:

1- Mateusz Kusznierewicz/ Bruno Prada = 7 pontos perdidos

2- Eric Doyle / Payson Infelise = 22 pp

3- Augie Diaz / Marcus Koy = 25 pp

4- George Szabo / Gif Avellon = 28 pp

5- John MacCausland / Phil Trinter = 32 pp

6- Hubert Merkelbach / Kilian Weise = 36 pp

7- John Ferguson Dane III / Att Anisov = 54 pp

8- Jim Buckingham/ Phil Toth = 59 pp

9- Joshua Powell / Mark Strube = 62 pp

10- Shane Zwingelberg/ Rick Burgess = 71 pp

Site oficial

 

 


Bruno Prada vence a Bacardi Cup na proa de Mateusz Kusznierewicz

Publicado 13/03/2021 20:22

O polonês Mateusz Kusznierewicz e o brasileiro Bruno Prada conquistaram o bicampeonato da Bacardi Cup Invitational Regatta na classe Star neste sábado (13), evento disputado na Baía de Biscayne, em Miami, nos Estados Unidos.


A dupla campeã mundial de 2019 da categoria teve um desempenho perfeito com 100% de aproveitamento na competição. Ou seja, os dois venceram oito das oito regatas programadas!

A medalha de prata ficou com a dupla Eric Doyle (EUA) e Payson Infelise (EUA) e o bronze para Augie Diaz (EUA) e Marcus Koy (ALE).

O resultado coloca Bruno Prada no topo da lista de brasileiros vencedores da Bacardi Cup na Star, ao lado da dupla Lars Grael e Samuel Gonçalves, com duas taças cada.

O título nos Estados Unidos é mais um para a vitoriosa galeria de Bruno Prada, que tem duas medalhas olímpicas em Pequim 2008 e Londres 2012, SSL Star Sailors League, além de cinco títulos mundiais de Star (2007, 2011, 2012, 2016 e 2019).

''Uma semana praticamente dos sonhos. Ganhamos as oito regatas possíveis! Eu não lembro de ter feito isso em nenhum evento internacional. Em eventos nacionais com Robert Schedit algumas vezes''.

''Mas hoje foi em um evento deste nível, repetindo o resultado do ano passado. A Bacardi é uma dos mais desejadas na classe Star e da vela mundial. Então estou muito feliz de ter ganho'', comemorou o medalhista olímpico Bruno Prada.

''Tivemos uma semana que começou com muitos ventos! Mais complicado para quem estava parado e tivemos apenas um dia para treinar''.

''Acho que a vantagem que tivemos foi usar o mesmo barco do ano passado. Foi justamente o Star que ganhamos o Mundial, em 2019. Um barco que estamos acostumados, que já estamos adaptados''.

Mas para ser campeão da Bacardi Cup Invitational Regatta, Bruno Prada teve de superar o desafio de conseguir sair do Brasil com todos os problemas relacionados à pandemia de COVID-19.

''O ponto super importante foi a dificuldade de vim para cá com fronteiras fechadas. Tivemos que ter apoio do Comitê Olímpico Americano e da Federação de Vela Americana, que me ajudou muito! A semana foi muito boa''.

''Eu estava há um ano sem subir no barco, sem treino e com muita vontade de velejar'', disse Bruno Prada, que também é o organizador do L'Étape Brasil by Tour de France, principal prova de ciclismo amador do País.

Resultado Final:

1- Mateusz Kusznierewicz/ Bruno Prada = 7 pontos perdidos

2- Eric Doyle / Payson Infelise = 22 pp

3- Augie Diaz / Marcus Koy = 25 pp

4- George Szabo / Gif Avellon = 28 pp

5- John MacCausland / Phil Trinter = 32 pp

6- Hubert Merkelbach / Kilian Weise = 36 pp

7- John Ferguson Dane III / Att Anisov = 54 pp

8- Jim Buckingham/ Phil Toth = 59 pp

9- Joshua Powell / Mark Strube = 62 pp

10- Shane Zwingelberg/ Rick Burgess = 71 pp

Site oficial

 

 


Bruno Prada vence a Bacardi Cup na proa de Mateusz Kusznierewicz

Publicado 13/03/2021 20:22

O polonês Mateusz Kusznierewicz e o brasileiro Bruno Prada conquistaram o bicampeonato da Bacardi Cup Invitational Regatta na classe Star neste sábado (13), evento disputado na Baía de Biscayne, em Miami, nos Estados Unidos.


A dupla campeã mundial de 2019 da categoria teve um desempenho perfeito com 100% de aproveitamento na competição. Ou seja, os dois venceram oito das oito regatas programadas!

A medalha de prata ficou com a dupla Eric Doyle (EUA) e Payson Infelise (EUA) e o bronze para Augie Diaz (EUA) e Marcus Koy (ALE).

O resultado coloca Bruno Prada no topo da lista de brasileiros vencedores da Bacardi Cup na Star, ao lado da dupla Lars Grael e Samuel Gonçalves, com duas taças cada.

O título nos Estados Unidos é mais um para a vitoriosa galeria de Bruno Prada, que tem duas medalhas olímpicas em Pequim 2008 e Londres 2012, SSL Star Sailors League, além de cinco títulos mundiais de Star (2007, 2011, 2012, 2016 e 2019).

''Uma semana praticamente dos sonhos. Ganhamos as oito regatas possíveis! Eu não lembro de ter feito isso em nenhum evento internacional. Em eventos nacionais com Robert Schedit algumas vezes''.

''Mas hoje foi em um evento deste nível, repetindo o resultado do ano passado. A Bacardi é uma dos mais desejadas na classe Star e da vela mundial. Então estou muito feliz de ter ganho'', comemorou o medalhista olímpico Bruno Prada.

''Tivemos uma semana que começou com muitos ventos! Mais complicado para quem estava parado e tivemos apenas um dia para treinar''.

''Acho que a vantagem que tivemos foi usar o mesmo barco do ano passado. Foi justamente o Star que ganhamos o Mundial, em 2019. Um barco que estamos acostumados, que já estamos adaptados''.

Mas para ser campeão da Bacardi Cup Invitational Regatta, Bruno Prada teve de superar o desafio de conseguir sair do Brasil com todos os problemas relacionados à pandemia de COVID-19.

''O ponto super importante foi a dificuldade de vim para cá com fronteiras fechadas. Tivemos que ter apoio do Comitê Olímpico Americano e da Federação de Vela Americana, que me ajudou muito! A semana foi muito boa''.

''Eu estava há um ano sem subir no barco, sem treino e com muita vontade de velejar'', disse Bruno Prada, que também é o organizador do L'Étape Brasil by Tour de France, principal prova de ciclismo amador do País.

Resultado Final:

1- Mateusz Kusznierewicz/ Bruno Prada = 7 pontos perdidos

2- Eric Doyle / Payson Infelise = 22 pp

3- Augie Diaz / Marcus Koy = 25 pp

4- George Szabo / Gif Avellon = 28 pp

5- John MacCausland / Phil Trinter = 32 pp

6- Hubert Merkelbach / Kilian Weise = 36 pp

7- John Ferguson Dane III / Att Anisov = 54 pp

8- Jim Buckingham/ Phil Toth = 59 pp

9- Joshua Powell / Mark Strube = 62 pp

10- Shane Zwingelberg/ Rick Burgess = 71 pp

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