Matérias | Entrevistão


Érica Becker e Pedro Junger

“Já tem dados que comprovam que o ser humano está ingerindo o próprio plástico que insere nos oceanos”, Érika Becker

Pesquisadores no veleiro Eco

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]


Nesta semana, o veleiro Expedições Científicas Oceanográficas (Eco), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), atracou em Itajaí. O barco, que fará expedições científicas pelo Brasil, estava acompanhado do veleiro francês Tara, que, há mais de duas décadas, pesquisa, monitora e protege a vida dos ecossistemas marinhos em diversos países. O Eco, que tem inspiração no Tara, acompanha o experiente veleiro para ganhar a expertise e trabalhar com as pesquisas inéditas no Brasil. 


Dois tripulantes desta expedição, Érica Becker e Pedro Junger, doutorandos em Ecologia, conversaram com a jornalista Franciele Marcon sobre a missão do Eco que, além de pesquisa, promove a divulgação e a educação acerca da importância da preservação dos mares para as futuras gerações.

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Os pesquisadores também falaram sobre as condições dos oceanos e a preocupação com a quantidade de plástico e. Há registro, segundo os especialistas, de que os seres humanos já estejam ingerindo, através do consumo de pescados, o plástico que se joga nos rios e mares.

As fotos são de Fabrício Pitella. Você pode acompanhar o Entrevistão, em vídeo e podcast, em www.diarinho.net e também nas nossas redes sociais.

 

 

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DIARINHO – Como surgiu o projeto do veleiro Eco? Quem banca os investimentos para manter as expedições científicas no Brasil?

Érika: O veleiro Eco é uma inciativa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Ele começou a ser construído em 2012. Existe um projeto da parte de Engenharia da UFSC, que projetou e desenvolveu toda a construção do Eco. Ele é o primeiro veleiro voltado para expedições científicas. É adaptado para fazer coleta de amostra, fazer um pré-processamento, armazenar essas amostras para levar ao laboratório, onde será feita uma análise mais detalhada. A gente sabe como é difícil ter um recurso desse. Geralmente existe muita parceria dos projetos com a Marinha do Brasil, para fazer essa parte de logística com a pesquisa. Então é um grande salto a universidade do nosso estado ter um veleiro especialmente para esse propósito. Foi um longo caminho, desde 2012, para terminar a construção. O financiamento é grande, envolveu muitos setores dentro da UFSC. A primeira expedição era pra ter ocorrido em 2017, tivemos alguns problemas para a finalização do veleiro. Agora ele está começando a se tornar mais operacional, fazendo testes de vela, já tem todos os equipamentos oceanográficos a bordo, prontos para começar a fazerem testes. A gente está começando as coletas na Baía Norte e Baía Sul de Florianópolis, fazendo algumas amostragens com pesquisadores da UFSC, a área de oceanografia física e oceanografia biológica. É uma forma que também cria uma rede de colaboração entre os diferentes departamentos dentro da universidade. [Quem financia o projeto?]Houve um primeiro financiamento para construção. Com o veleiro pronto, iniciam projetos que vão financiar as expedições. Planczeu era o primeiro deles, o propósito era, principalmente, mostrar ilhas oceânicas do Brasil.  Agora, tem o AtlantEco, que é um projeto maior, com colaboração internacional e financiamento da União Europeia.  Primeiro, começaram as amostragens, pelo Chile. Fez a América do Sul inteira, entrou no Brasil, em setembro deste ano, pelo Caribe, e já fez Macapá, Belém, Salvador. Parou no Rio de Janeiro, recentemente. A gente ficou atracado no Museu do Amanhã.  Itajaí é a última escala, antes de continuar, e seguir para a navegação em águas argentinas e ir para a Antártica. Depois, vai fazer toda a costa africana e retorna para a França. Isso vai ser um trajeto de amostragem de dois anos. [A mesma equipe faz todo esse trajeto? Quantos pessoas tem a bordo do Eco?] Essa primeira parte do projeto começou com o Tara. No ano que vem, é vez de o Eco ser a principal embarcação, fazendo coletas, principalmente em regiões mais costeiras e em tributários [afluentes]  de rios, para ver a biodiversidade do microbioma. Eles são organismos microscópicos, que a gente não enxerga a olho nu, mas tem uma grande diversidade e grandes funções, como, por exemplo, o ciclo de nutrientes no oceano, serve de alimento para outros animais, na cadeia alimentar, como peixes, baleias, aves marinhas... Sustenta toda uma biodiversidade que é mais conhecida para o ser humano, além de produzir o oxigênio que a gente respira, conjuntamente com árvores, florestas. A gente chama isso de serviços ecossistêmicos. [Quantas pessoas fazem parte do projeto no veleiro?] O Eco tem capacidade para nove pessoas, incluindo tripulação e pesquisadores. A gente acredita que, de cientista, possam ir a bordo umas quatro ou cinco pessoas. Tem o capitão e o pessoal que faz a parte de trabalho mais braçal com as velas. Talvez, vai ter uma pessoa responsável por fazer a comida, um cozinheiro. Tem também um cinegrafista, fazendo a parte documental da expedição.

DIARINHO – O Eco se inspirou no veleiro laboratório da fundação francesa Tara Océan para iniciar sua jornada científica. Quais são as lições do Tara?

Pedro: O Tara é um veleiro científico que tem feito expedições há quase 20 anos. Eles têm uma experiência e um know-how muito grande. Nós  pudemos aprender de perto como é a dinâmica de trabalho num veleiro desse porte. Os protocolos científicos que nós vamos importar, parte deles, para o veleiro Eco também. Todo esse trabalho em rede, que eles realizam, é a maior lição. Eles conseguem fazer um trabalho dessa dimensão, justamente, porque fazem uma grande colaboração entre instituições de vários países, cientistas com várias especialidades. É um grande desafio, mas, no final das contas, o resultado é muito interessante e nos permite, de fato, conhecer o oceano em sua totalidade.

DIARINHO - O veleiro coleta amostras de águas de todo o país para analisar o nível da poluição.  Já é possível apontar quais os principais problemas das águas que margeiam o Brasil?

Érika: A parte de mudança climática, relacionada ao aumento da temperatura, é um impacto, já bem conhecido, nos últimos anos. Nos últimos 50 anos, principalmente relacionado com a Revolução Industrial, teve um aumento muito rápido na temperatura, e isso acaba desregulando todo o ecossistema. Todo organismo vivo tem a parte do metabolismo fisiológico muito atrelado à mudança da temperatura. Isso faz com que eles mudem o tamanho. A gente vem observando, a partir dos dados, que eles estão diminuindo o tamanho. Tem regiões do oceano que tem aumentado a biodiversidade de alguns organismos. Eles deslocam a população: se aqui está quente, eles deslocam para um clima que tem mais a condição ideal deles crescerem. Tudo isso causou uma desestruturação na cadeia alimentar. O impacto da temperatura já se tem bem mapeado. Tem previsões, não muito agradáveis, para 2050. Se não reduzir o impacto do aumento da temperatura... associado ao aumento do CO2 na atmosfera, pode ter consequências muito graves. A gente tem, agora, eventos que chamamos de ondas de calor. Isso tem consequências como, por exemplo, enchentes, secas em algumas partes do planeta. E, do ponto de vista econômico, isso causa um grande impacto. Teve um incêndio, recentemente, na Austrália que desbastou bastante. O valor econômico que tem, a perda é muito grande, além de o ecossistema demorar para se recuperar. Tudo isso tem um pano de fundo global, que está afetando o clima, esse aumento da temperatura, e tem consequências pro ser humano associadas aos desastres naturais. Não tão naturais, digamos assim, porque a gente está envolvido no aumento de temperatura. Mas, agora, que está muito em voga é o plástico no oceano. A gente vê que o problema está tomando uma proporção muito grande. Por conta da circulação, em algumas regiões do oceano, já existem ilhas de plástico. É absurdo, o impacto que está se causando. O plástico não decompõe, ele só vai diminuindo de tamanho no oceano. O organismo confunde com alimento, e ele acaba ingerindo. O peixe que a gente come, no dia-a-dia, pode ingerir esse organismo e acaba parando na nossa mesa. Já tem dados que comprovam que o ser humano está ingerindo o próprio plástico que ele insere nos oceanos.

 

O plástico é o grande vilão nos oceanos, junto com as mudanças climáticas”, Érika

 

DIARINHO  - O grande vilão é mesmo o microplástico?

Érika: O plástico é o grande vilão nos oceanos, junto com as mudanças climáticas. Já são dois fatores que somam e têm um efeito sinérgico ainda pior. A ideia do projeto é ter uma amostragem oceânica, uma amostragem costeira e uma amostragem mais em rios, para ver como é que o plástico entra no oceano, e fazer a comparação entre todas essas amostragens, com o Eco e com o Tara.  [Essa pesquisa  ainda não tem o diagnóstico?] Não.  A fase de coleta de amostras é bem longa. Ainda tem um caminho longo de análise laboratorial. Depois, esses dados vão ser processados em análises estatísticas para a gente produzir documentos, publicações, onde vamos mostrar os padrões. A gente não sabe precisar ainda qual é o volume de plástico que tem no oceano. Estamos numa pesquisa bem basal ainda de realmente explorar o impacto que a gente está causando.

Pedro: Quando utilizamos um dos equipamentos, que é uma rede manta, ela é uma rede adaptada para arrastar o microplástico, que está na superfície do oceano. Nós já conseguimos observar algumas dessas partículas de plástico, ainda dentro do barco. Isso, claro, será quantificado e analisado profundamente. Nós temos interesse também de estudar o microbioma que habita o plástico, que a gente chama de plastisfera. Esse microbioma pode ser uma solução, biotecnológica, para o plástico que já está poluindo, que está lá no oceano. Lógico, o ideal é que a gente deixe de produzir e poluir os oceanos com esse plástico, mas, futuramente, pode ser uma possível solução biotecnológica de degradação desse plástico.

DIARINHO – O projeto Atanteco se debruça sobre o estudo do planctón que habita a foz dos rios, as águas costeiras e o oceano. O que este organismo microscópio pode nos ensinar?

Pedro: Os micro-organismos, apesar de serem invisíveis aos nossos olhos, eles são extremamente abundantes no oceano. Só pra você ter ideia, em um mililitro de água do mar, existem um milhão de células bacterianas e um bilhão de vírus. Claro que nem todos esses vírus e bactérias são maléficos, são ruins pra gente. Eles desenvolvem papéis ecológicos fundamentais para a manutenção da vida na terra, para regulação da temperatura. Porque esses organismos também absorvem o carbono, que a gente está emitindo. Se não fossem eles, a situação das mudanças climáticas estaria muito pior. Eles absorvem esse carbono e levam para o fundo do mar. Além disso, eles são responsáveis pela produção de oxigênio. Pelo menos, metade do oxigênio, que a gente respira, é gerado ou foi gerado por esses micro-organismos dos oceanos. [E ele muda também em relação às regiões de coletas?] Sim, por isso que o projeto tem três pilares: um, ver a biodiversidade; dois, ver o impacto, principalmente do plástico, nessa biodiversidade; e o terceiro, entender como é o ambiente, a circulação dos oceanos. Tem regiões que são mais propícias a receber águas frias, e tem regiões mais propícias a receber águas quentes. Águas frias, geralmente, são mais ricas em nutrientes. Acaba tornando a costa mais produtiva. Correntes de águas quentes são mais pobres em nutrientes, então, a produtividade vai ser menor. Tudo isso vai depender de como acontece a circulação. Cada oceano tem sua dinâmica, e uma boa parte do projeto também é dedicada a fazer esse mapeamento da oceanografia da área, para associar ao dado biológico. O projeto integra diferentes áreas da oceanografia, biológica, química, física, para a gente realmente entender o todo, como é que está funcionando e fazer previsões para o futuro.

DIARINHO – Embora cada país foque em estudar o “seu oceano de casa” em determinado momento, esses oceanos vão se encontrar. Quais medidas estão sendo tomadas de forma conjuntas para a saúde dos mares do mundo?

Pedro: De fato, eu acho que o Tara, por exemplo, foi pioneiro nesse sentido. Porque eles realizam coletas em todo o mundo, em todos os oceanos, com protocolos estabelecidos. Ou seja, são possíveis de comparar entre diferentes lugares do mundo. Apesar de ter sido feito muita pesquisa, ao longo de décadas, muitas vezes, essas pesquisas são feitas com diferentes metodologias e fica inviável de comparar, de fato, esses resultados. O Tara foi pioneiro nesse sentido, mas, cada vez mais, existem iniciativas globais de consórcios científicos, padronizados, com técnicas e métodos padronizados, para a gente conseguir, realmente, fazer um diagnóstico completo em âmbito global e como comunidade científica internacional. Afinal de contas, as soluções só vão acontecer se trabalharmos todos juntos.

 

Metade do oxigênio que a gente respira é gerado ou foi gerado por esses micro-organismos dos oceanos”, Pedro Junger

 

DIARINHO – Como o veleiro Eco e o projeto AtlantEco contribuem para a popularização da ciência no Brasil? Os estudantes brasileiros têm demonstrado interesse em conhecer o projeto?

Érika: O projeto tem uma vertente muito forte com a parte de divulgação científica, principalmente, com escolas de todas as fases, crianças em fases iniciais.  Aqui, em Itajaí, a gente recebeu estudantes universitários, principalmente, da Univali e UFSC. A ideia é engajar diferentes setores: quem está iniciando na ciência; quem já tá no doutorado, como a gente; os cientistas experientes, que são nossos orientadores, e que têm o papel de coordenar esse projeto aqui no Brasil. Esse é o papel principal: engajar todo mundo. Em cada escala que é feita do Tara, no veleiro Eco vai ser feito da mesma forma, e envolver as instituições que são do local. Itajaí envolveu a Univali.  Pegar os alunos como voluntários, e eles acabam ficando muito empolgados, principalmente os alunos de fases iniciais. Ele [o aluno] já vê que a iniciativa tem um propósito muito maior. Eles realmente se veem no papel de “nossa, estou fazendo a mudança, de um muito melhor, mais sustentável, mais ecológico...”. Eu acho que é pegada do futuro. A gente está na década do oceano. Esse problema das mudanças climáticas, da temperatura, já foi analisado. A gente vê que tem uma sinergia com microplástico. Esse problema parece que vai aumentando, e isso também demanda que a população se engaje para a gente ter políticas públicas. Não adianta só o cientista coletar e ficar só dentro da academia, que a gente não faz mudança sozinho. A gente tem que ter um passo massivo. A nossa ferramenta é a divulgação e a educação andando junto com a ciência. Acho que esse é o legado que realmente dá satisfação e orgulho de a gente fazer parte.

DIARINHO – O veleiro Eco esteve presente na última edição da Volvo Ocean Race que fez uma parada em Itajaí. Quais legados você acredita que a regata mundial deixou para a região?

Érika: A regata não tinha uma perspectiva tão científica. O diferencial de a gente estar aqui, no stand do veleiro Eco, além do que eu te falei, que engajou estudantes, voluntários para estar explicando, é estar com microscópio no estands. Isso fez com que muitas escolas visitassem. Eles podiam ver os organismos e, se perguntássemos pra eles: “ah, o que você tá vendo? O que acha que é?”. Muitas vezes, as pessoas não fazem ideia do que é o plâncton, porque são organismos microscópicos. É diferente de uma baleia, um golfinho e uma tartaruga, que todo mundo conhece, tem ursinho de pelúcia... Fica mais acessível. A gente quer também tornar o plâncton mais acessível. Porque são organismos que a gente não enxerga. Na praia, muitas vezes, a gente está ali em contato, mas a gente não vê. Ter um pouco mais de proximidade. A população tem que entender a importância. Porque eu quero preservar, porque eu preciso conservar? A gente tem que fazer essa divulgação massiva de conscientização. Assim como a gente está fazendo com o Tara, vai fazer com o Eco. Na Stopover, da Volvo Ocean Race, foi a mesma história. A gente tinha um material de divulgação muito didático, digamos assim. Desde de uma criancinha, de cinco anos, na escola, até um adulto que possa entender a linguagem que a gente usa para trabalhar o que são os organismos, o que que é o plástico no oceano, como é que a gente pode reduzir esse impacto... O legado é esse. Eu comparo a gente a explorar o espaço. É uma coisa tão distante da nossa realidade. O plâncton é a mesma coisa. A maioria da população não faz ideia do que é isso. Como a gente vai dar importância pra uma coisa que a gente não conhece? Acho que o principal legado é, primeiro, ter essa conscientização do que que é, qual a importância, pra, depois, chegar no último estágio, que é políticas públicas, e engajar. Na Volvo, se não me engano, teve a assinatura de um decreto para redução de plástico aqui, em Itajaí, daqui a 10 anos. Eles querem extinguir o uso disso em comércio. Acho que o legado principal é chegar, nesses 10 anos, e atingir essa metade.

DIARINHO – Vocês poderiam descrever a imagem que, até agora, mais os impressionou na expedição?

Pedro: Na pernada que estivemos presentes, trabalhando no Tara, entre Salvador e Rio de Janeiro, o mais interessante foram as montanhas submersas, entre o estado de Espírito Santo e a Ilha de Trindade, uma ilha oceânica que é território brasileiro. Essas montanhas, elas são um hotspot de biodiversidade. Ou seja, é um lugar onde existe uma grande diversidade, e única, que não existe em nenhum outro lado do mundo.  Por isso, a gente tem um grande interesse de estudar essa região. O topo da montanha chega só até 20 metros de profundidade. Ao redor dessa montanha, existe um universo de quatro mil metros de profundidade. É uma grande diferença que, com certeza, serve como um refúgio, serve de casa para coral, para peixe. Quem mergulha, lá, diz que é um absurdo a biodiversidade. É um paraíso.

Érica: Até por ser muito afastado da costa, não tem impacto quase de poluição, do ser humano. É um lugar que a gente chama de “prestino”. Qualquer cientista tem o sonho de visitar, e realmente ver e coletar lá. Com os propósitos de bioprospecção, metabólicos, propriedades desses organismos ou de microalgas que possam estar ajudando a gente na medicina, na indústria farmacêutica, na cura do câncer... É um pouco de exploração, além de conhecer a biodiversidade. Trazer soluções para o desenvolvimento sustentável também. A gente consegue gerar uma economia a partir desse plâncton, que não cause tanto impacto ou que não cause impacto, mas gerando renda, gerando riqueza para o país e para as pessoas. É o grande objetivo.

 

 

Raio X

NOME: Érica Becker

NATURAL: Joinville (SC)

IDADE: 33 anos

ESTADO CIVIL: casada, um filho

TRAJETÓRIA ACADÊMICA: bacharel em Biologia Marinha (Univille), mestre em Ecologia (UFSC), doutoranda em Ecologia pela UFSC, e especialista em zooplâncton marinho.

 

NOME: Pedro Junger

NATURAL: Natal (RN)

IDADE: 32 anos

ESTADO CIVIL: solteiro, sem filhos

TRAJETÓRIA ACADÊMICA: bacharel em ecologia (UFRN), mestre em ecologia (UFRJ), doutorando em Ecologia e Recursos Naturais (UFSCAR), e especialista em Microbioma de ecossistemas aquáticos.

 

 

 




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