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Justiça manda proibir eventos sociais e baladas em SC

Segundo a decisão judicial, eventos estão proibidos em regiões com risco grave e gravíssimo à covid

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

justiça decidiu, liminarmente, no início da tarde de ontem, que o governo do estado de Santa Catarina deve suspender as últimas liberações de atividades anunciadas através de decreto estadual. As proibições atendem a uma ação do ministério Público.


A justiça ordenou que o governo proíba em até 48 horas a realização de eventos em regiões de nível grave e gravíssimo ao coronavírus. São 15 regiões do estado nessa classificação, inclusive aqui na região Amfri.  A decisão também determina o fechamento de casas noturnas, pubs, cinemas e teatros nas regiões com essas classificações de risco altas.

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O juiz Jefferson Zanini, da 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital, ainda determinou a limitação da ocupação de hotéis, pousadas e albergues. Todas as atividades tinham sido flexibilizadas através do decreto estadual 1003/2020.

O magistrado fixou o prazo de até 48 horas para que o Estado cumpra as medidas restritivas determinadas nas portarias 710, 737, 743 e 744/2020, sob pena de multa diária no valor de R$ 10 mil.

No entendimento do juiz, a flexibilização das medidas restritivas não tem respaldo em critérios científicos conduzidos por órgãos técnicos. O estado, afirma, simplesmente autorizou a retomada integral das atividades em qualquer cenário de gravidade, sem levar em consideração os riscos envolvidos em cada nível de contaminação da doença.

Hotéis afetados

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Com a decisão, os hotéis voltam a ter que respeitar o regramento da portaria 743. A determinação é que nas regiões com avaliação de risco gravíssimo, o limite para lotação dos estabelecimentos seja de até 30% da capacidade do estabelecimento. Nas regiões em risco grave, o limite a ser respeitado é de 60% da lotação. Nas regiões com risco alto está autorizada a ocupação de até 80% das vagas. Já onde há risco moderado, 100% dos leitos podem ser ocupados.

Casamentos, formaturas,  aniversários, boates, casas noturnas, casas de shows, teatros e cinemas ficam proibidos enquanto a matriz de risco seguir em grave e gravíssimo.

Itajaí tem mais três mortes; Itapema quatro 

Três pessoas tiveram as mortes confirmadas em decorrência da covid-19 ontem, em Itajaí. As vítimas são duas mulheres, de 55 e 88 anos, e um homem de 72 anos. Todos tinham registro de comorbidades e estavam internados no hospital Marieta Konder Bornhausen.

A cidade já soma 249 óbitos desde o início da pandemia. Itajaí também somou mais 68 casos positivos da doença, chegando a 12.622 infectados. São 44 pacientes internados e 1100 se tratando em casa. Outras 11.229 pessoas já são consideradas curadas da doença. Há ainda 222 casos suspeitos aguardando o resultado de exames.

A UTI do hospital Marieta tem 54 pacientes, restando 16 leitos vagos na ala intensiva. Outras 27 pessoas estão em isolamento no hospital.

No hospital Pequeno Anjo tem cinco crianças internadas, sendo que todas estão no isolamento.

O município de Itapema confirmou quatro mortes causadas pelo coronavírus no boletim de segunda-feira. Itapema tem  93 vítimas fatais desde o início da pandemia.

Dois homens morreram internados no hospital Ruth Cardoso.  Um deles tinha  60 anos e o outro 64 anos. O mais velho morreu no dia 9 de dezembro. Já o outro paciente faleceu dia 17 de dezembro.

No hospital Marieta, em Itajaí, morreu uma mulher de 54 anos, no dia 18 de dezembro. E no hospital Santo Antônio faleceu um homem de 52 anos no dia 13. Todas as vítimas tinham registro de comorbidades.

A cidade já teve 6431 casos confirmados da doença, com 11 pessoas internadas na UTI, seis no isolamento e 364 fazendo o tratamento em casa. Outras 5957 pessoas infectadas já se recuperaram da doença.

Falha no sistema e falta de médicos causam filas no CIS

Os pacientes que procuraram a UPA do centro Integrado de Saúde (CIS), no bairro São Vicente, em Itajaí, tiveram que esperar várias horas na fila.  Um paciente relatou demora de até oito horas  no último domingo. A longa  espera aconteceu por dois motivos, segundo o município: falha no sistema de informática e falta de médicos.

Segundo a secretaria de Saúde, ocorreu uma falha técnica no sistema de atendimento. Por conta deste problema, todas as fichas e a evolução do quadro dos pacientes tiveram que ser feitas manualmente pelos profissionais.

A situação foi normalizada só na segunda-feira. Tanto no sábado como no domingo, também houve falta de um médico de cada escala de plantão.

A secretaria reforçou que a UPA atende conforme a classificação de risco de cada paciente, dando prioridade aos casos mais graves e não por ordem de chegada. As emergências têm prioridade no atendimento e geralmente demandam um tempo maior da equipe.



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