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Blocos de condomínio teriam sidos afetados por vendaval; defesa Civil não identificou problema

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

Os blocos 4B e 5A do condomínio Itaipava Club Residence, no bairro Itaipava, em Itajaí, teriam sido abalados pelo vendaval da semana passada que provocou diversos estragos na região. A defesa Civil descartou o impacto. Os dois blocos chegaram a ser interditados em 2019, após problemas nas fundações que fizeram os prédios inclinarem. Houve obras de reparos e os blocos foram liberados no fim de 2019 pela defesa Civil, mas a maioria dos moradores ainda não voltou. Um dos condôminos, que segue vivendo em outro imóvel, relatou que, após o temporal, antigas fissuras se aprofundaram e novas rachaduras apareceram. A inclinação dos blocos também teria aumentado. Foi solicitada uma vistoria da defesa Civil, feita no domingo passado pelo engenheiro do órgão. Os moradores ainda aguardam a apresentação do relatório técnico pra saber da real situação dos prédios. Conforme o coordenador da Defesa Civil, José Carmo Dias, nenhum problema foi identificado. “Aparentemente, não tem nada”, afirmou. Carmo lembrou que, desde que a empresa fez a contenção dos blocos, ela faz medições periódicas sobre o recalque, pra verificar se há ou não evolução na inclinação. Os relatórios são entregues pra defesa Civil e pro síndico do condomínio. “Nós acabamos de receber o laudo deles do recalque, do mês passado, e não evoluiu nada”, informa. Carmo avalia que o vendaval da semana passada não seria suficiente pra mexer na estrutura dos prédios. Na região da Itaipava, as rajadas chegaram a 90 km/h. “Nós estamos monitorando e, por enquanto, pelo que estamos acompanhando, está tudo tranquilo”, completou. Aluguel em atraso Os moradores que se recusaram a voltar para os blocos mesmo após a desinterdição dependem de aluguel que deveria ser bancado pela construtora Itaipava Empreendimentos. Eles ainda travam uma batalha judicial contra a empresa, com pedidos de indenização às famílias por danos morais e desvalorização dos apartamentos. A justiça obrigou a construtora a custear o aluguel das famílias. Segundo um dos moradores, o repasse está atrasado há cinco meses. Ele também reclama que o caso na justiça, com o pedido de bloqueio das contas da empresa, está se arrastando. O motivo é que o processo passou pra justiça federal, em razão do financiamento ser pela Caixa. O DIARINHO tentou contato com a empresa mas ainda não teve retorno dos questionamentos.  




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