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Mais clientes acusam empresa de não entregar casinhas

Vítimas estão registrando atraso e falta de entrega há meses; caso foi parar no Procon e na polícia

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

 

sonho de ter uma casa própria se tornou um pesadelo para uma série de pessoas que tem denunciado o atraso na entrega de casas modulares da empresa de Litoral Business, de Itajaí. Os moradores de várias regiões de Santa Catarina se consideram lesados pela empresa e estão registrando boletins de ocorrência na polícia Civil.


O Procon de Itajaí já recebeu duas queixas contra a Litoral Business entre os meses de setembro e outubro. Em ambas foram solicitadas explicações da empresa, que não foram feitas dentro do ...

 

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O Procon de Itajaí já recebeu duas queixas contra a Litoral Business entre os meses de setembro e outubro. Em ambas foram solicitadas explicações da empresa, que não foram feitas dentro do prazo. Com isso, um processo deve ser aberto pelo órgão municipal para tratar dos dois casos.

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Entre os clientes lesados está o fotógrafo T.E. Ele diz que, além de não cumprir os prazos prometidos, a empresa também impõe dificuldades na hora de desfazer o contrato e devolver o dinheiro já investido. Foram quase R$ 50 mil pagos e mais a parte estrutural da obra feita só esperando a chegada da casa.

A história de T. começou em maio de 2020, quando ele contratou o serviço para ser entregue no prazo de dois meses por R$ 72 mil. Na assinatura do contrato da casa de 54 metros quadrados, foram pagos R$ 26.500. O cliente ainda deu um carro, no valor de R$ 21.000, para abater do valor total. Com isso, foram R$ 47.500,00 de entrada, com o restante combinado a ser pago na entrega dos módulos.

Em duas semanas o comprador providenciou as sapatas para a instalação da primeira estrutura. “Fiz toda a infraestrutura para receber a casa e aí começaram as faltas de informação e as desculpas de que não conseguiriam entregar no prazo por causa da covid. Uns dias antes do primeiro prazo, eu fui até o escritório do arquiteto na praia Brava e nós escolhemos todos os acabamentos com a promessa de que seria entregue no prazo. Minha filha pequena estava animada pois queria passar o Dia dos Pais na casa nova”, relembra.

Após outros prazos não serem cumpridos e com a insistência do comprador, no dia 9 de setembro três módulos de seis metros por três foram entregues em Garopaba. “Depois disso, foi só enrolação. Ele só ganha tempo, e o pior, continua vendendo para pessoas inocentes”.

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Se sentindo lesado, o fotógrafo registrou um boletim de ocorrência no dia 17 de novembro e aguarda pelo ressarcimento do valor pago. “Mesmo com o boletim de ocorrência,  mesmo pressionando a depositar o dinheiro, nada aconteceu. Por causa disso, eu prorroguei o contrato de aluguel no período que eu já deveria estar na minha casa. Eu fiz um empréstimo para dar uma parte da entrada e esse empréstimo vou ficar cinco anos pagando,” narra.

“Está negociando”

O sócio da Litoral Business, Vinícius Melo, garante que já está fazendo o distrato e devolvendo o dinheiro aos clientes. São pelo menos 15 contratantes que teriam sido lesados em negociações parecidas com a do fotógrafo. Em outubro, outra cliente já havia denunciado a Litoral ao DIARINHO.

“Tivemos os problemas de atraso devido à pandemia, funcionários infectados, e outros motivos internos, mas todos os clientes estão sendo contatados. Desses clientes em questão, uns quatro ou cinco que compraram via cartão de crédito já  tiveram os estornos juntos às bandeiras e a devolução do dinheiro está sendo de acordo com os agendamentos feitos nos acordos dos distratos”, justifica.

Vinícius diz que, por questões de contrato, não pode dar detalhes de pagamentos. “Todos estão sendo ressarcidos. No caso desse cliente será feito, além do valor que ele pagou junto a empresa, o pagamento de despesa de aluguel do atraso até o dia do distrato, conforme acordado”, afirma.

T. rebate a justificativa dizendo que ainda não recebeu a proposta de negociação da empresa.



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