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Itajaí

Cliente diz que é obrigado a tirar carro escangalhado do pátio da Havan na pressão

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

H.S., morador de Camboriú, diz ter se sentido abandonado pela Havan do Balneário Camboriú e pelo estacionamento terceirizado pros clientes da loja, da Auto Park. Ele garante ter parado seu carango lá pra fazer compras no estabelecimento. Depois de torrar uma graninha, retornou ao veículo e, ao virar a chave, o carro não funcou mais. Como era domingo, H. imaginou que não encontraria um mecânico e pediu pro pessoal da Auto Park pra deixar o veículo dormir por lá.


 

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No entanto, o pedido teria sido negado com ameaça do gerente das vaguinhas de guinchar o possante do morador da Terra da Pedrada. A versão é muito diferente da que conta o dono do estacionamento. Segundo ele, H. tava numa carreata pra comemorar o resultado do jogo do Curintia e quis abusar dos serviços oferecidos pela Auto Park.

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“Achei o cúmulo. Foi terrível! Nós gastamos um monte. Estou revoltado”, disse H. Sem conversa, o cliente conta que teve um trabalhão pra levar o carango pra avenida Atlântica e abandoná-lo por lá durante a noite toda. Ainda por cima teve que pagar R$ 5 de uma hora a mais que ficou com o carro parado no pátio da Havan.

A assessoria das lojas Havan informou que a gerência de Balneário Camboriú não foi procurada pelo cliente. Mesmo o estacionamento sendo terceirizado pela Auto Park, a loja tentaria mediar a situação. “As regras são deles, mas se a gerente tivesse ficado sabendo da situação, ela tentaria intervir. Mas infelizmente ela não soube”, explicou a loja, por meio de assessoria de imprensa.

Pode guinchar se quiser

A reportagem do DIARINHO também foi procurar saber se é legal um estabelecimento privado guinchar o carro dum cliente. Segundo Jaime Mantelli, diretor do fundo Municipal de Trânsito (Fumtran) da Maravilha do Atlântico, por ser um espaço privado, o dono que decide. “Quem tem a autonomia pra decidir o que pode e o que não pode acontecer é o proprietário [do estacionamento]”, esclarece.

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Outra história

Gilberto Bertolo, dono da Auto Park, contou outra história. Ele desmente que o denunciante tava fazendo compras e diz que o homem tava na carreata em comemoração a vitória do Corinthians quando o carro estragou perto da Havan. Pra sair do meio da rua e não atrapalhar o trânsito, ele entrou no estacionamento da loja de departamentos e quis deixar o carro pernoitar lá. “Foi explicado que nós não trabalhamos com pernoite”, conta o dono, lembrando que o horário de serviço é até as 23h. Mesmo assim, o cara não aceitou e ficou insistindo em ter uma garantia de que seu carro estaria seguro. “Eu não posso oferecer um serviço que eu não tenho. Ele não aceitou isso, daí a gente pediu que ele tirasse o carro do pátio e estacionasse na via pública”, explica, deixando claro que não ameaçou guinchar o carro.


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