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Itajaí

Interditado o acesso às praias pela ponte da Fazenda

Ponte sobre o ribeirão Schneider teria cedido cerca de 20 cm e otoridades proibiram tráfego de veículos com mais de duas toneladas

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

Desde ontem de manhã, o tráfego na ponte da alameda Ernesto Schneider, na Fazenda, em Itajaí, está sendo controlado pela Codetran. Os caminhões que pesam mais de duas toneladas estão proibidos de passar pela ponte, pois ela está cheia de rachaduras na estrutura. O local está sendo monitorado por engenheiros da secretaria de Obras e na segunda-feira será colocada uma viga de suporte pra ela não cair. A Codetran já fez até uma rota alternativa pra veículos pesados, e também pra quem não quer se arriscar na ponte detonada.


 

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Pra quem passa no local, as rachaduras são visíveis no parapeito da ponte. Emilaine da Rosa, 23 anos, que mora ali pertinho, reclama que a ponte ficou assim por causa dos brutos carregados de terra que passam pelo local, vindos do parque da Atalaia. “Caminhões cheios de barro, bem pesados, passam por aqui todos os dias. É isso que está levando a ponte para baixo. Antes não existia nada disso. Depois que começou o tráfego com esses caminhões com muito barro por cima, cinco, 10 vezes por dia, a ponte começou a ceder”, desabafa a moradora.

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O engenheiro civil da secretaria de Obras, Rogério Rocha, esteve no local ontem de manhã, acredita que o tráfego de caminhões pesados deve ter acelerado o processo de rachaduras. “A ponte já estava sendo vistoriada pela prefeitura uma vez por semana. O peso e a frequência com que os caminhões passam provavelmente aceleraram o processo de deterioração da ponte, que é bem antiga e precisa de reparos. Mas, aparentemente, não há risco de desabamento iminente”, palpita o sabichão. Segundo ele, a ponte já cedeu cerca de 20 centímetros.

Nova ponte vem aí

Após se reunir com o secretário de Obras, Tarcízio Zanelato, o prefeito Jandir Bellini avisou que, na próxima segunda-feira, uma equipe da prefa irá colocar uma viga pra reforçar a estrutura da ponte. “Avaliamos o laudo feito pela Defesa Civil e secretaria de Obras, e optamos por colocar uma viga de concreto para escorar a ponte. Mas, a partir de agora, os técnicos vão avaliar todos os dias se a ponte continua cedendo”, diz o mandachuva, que também adianta que a prefa já tem um projeto pra uma nova ponte no local, que custará R$ 500 mil. “Vamos lançar o edital na próxima semana. A ponte será pré-moldada e isso vai agilizar o processo de construção, que deve demorar um mês, no máximo”, garante Bellini.

Rota alternativa

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Quem quiser evitar de passar pela ponte capenga basta seguir os conselhos da Codetran. “Estamos orientando os motoristas que querem ter acesso às praias da Atalaia ou Cabeçudas que usem a avenida Sete de Setembro, retornem após o posto de gasolina pra rua Florianópolis, e sigam pela rua Gumercindo Rocha até a avenida deputado Francisco Evaristo Canziani”, ensina o coordenador da Codetran, José Alvercino Ferreira.


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