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Itajaí

Cara é atingido por massa de reboco ao passar próximo a obra no centrão peixeiro

Especialista diz que rede em construções é obrigatória pra evitar quedas assim

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

Uma ida à Caixa Econômica Federal rendeu um baita susto ao consultor de comércio exterior Antônio Júlio de Silva Júnior, 62 anos. Ele passava na esquina das ruas Lauro Müller com Joinville, no centro peixeiro, quando foi atingido por uma massa de cimento que caiu do céu. Ao olhar pra cima, descobriu que a meleca tinha desabado dum prédio que tá em construção. “Caiu bem em cima da minha cabeça. Mas isso aconteceu porque não tinha nenhuma rede de proteção. Fiquei indignado com a insegurança do lugar e fui falar com o mestre de obras, um tal de Chico. Ele disse que isso não foi nada. Como assim? Podia ter caído uma tábua lá de cima e ter me matado. Disseram que pagariam uma camisa nova para mim, mas eu não estava reivindicando isso. Estou só preocupado com a segurança. Um acidente grave pode mudar a vida de uma pessoa pra sempre”, detona.


 

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O secretário de Urbanismo da city, Paulo Praun, explicou que as redes de proteção são obrigatórias, mas que dependendo da fase de construção dos prédios ela pode ser retirada. “Tudo depende de como está o andamento da obra. Se eles já estão em acabamento, não é mais necessária. O que pode ter acontecido é ter voado cimento de um reboco de dentro para fora. De qualquer forma, vou mandar o fiscal ir lá dar uma olhada. Se apontar irregularidade, vamos mandar colocar a rede novamente”, explica. O abobrão contou que caso a construtora Pamplona [que está fazendo o prédio], não acate às ordens da prefa, ela será notificada e posteriormente multada. O valor varia de acordo com o caso.

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O coordenador da Câmara de Engenharia da Segurança do Trabalho do conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Santa Catarina (Crea), Nelton Luiz Baú, explicou que é obrigatório o uso da rede de proteção durante o período em que a obra aponte riscos para funcionários e pedestres. “Neste caso, com esse senhor atingido, já dá para perceber que ainda aponta riscos. Precisamos verificar em qual fase está a obra, provavelmente terão que colocar a rede. As construtoras precisam da liberação de um documento para iniciarem as obras. A rede de proteção está inclusa neste contrato, que possui todas as especificações que garantem a proteção das pessoas”.

Como a sede do Crea fica em Floripa, Nelton garantiu que solicitará que um pessoal de Itajaí vá verificar a construção cuspidora de cimento. Os fiscais poderão obrigar a colocação da rede imediatamente.

A reportagem tentou conversar com alguém da Pamplona Empreendimentos, empresa de Jaraguá do Sul responsável pela obra. Até o fechamento da edição, nenhum responsável quis comentar o caso.

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