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Itajaí

Gurizão é apontado como um dos assassinos

Gurizão tem apenas 18 anos e ajudou a executar dois na quarta-feira

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

A polícia Civil de Itajaí já identificou o segundo pistoleiro que matou, na tarde de quarta-feira, Lucas Edeni Lessa, o Luquinhas, 21 anos, e Luciano de Lima, o Leão, 31, no bairro Cidade Nova. Diogo Carlos Basílio da Costa, 18, ainda não teve ordem de prisão decretada, mas a autorização da dona justa pra caçada oficial ao rapaz é questão de tempo, acredita o delegado Osnei Valdir, da divisão de Investigações Criminais (DIC) de Itajaí. O comparsa Lucas Gomes, o Bido, foi preso ainda na quarta-feira.


 

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Ontem, com a prisão de Bido, o delegado Osnei Valdir deu por solucionado o caso. Diogo, o segundo homem que participou da matança, foi identificado por testemunhas, informou o tira da DIC. “A gente sabe onde ele mora [no Matadouro], por informações de testemunhas. O mandado de prisão só não foi expedido ainda porque o caso ainda é muito recente”, justificou o dotô.

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A polícia Militar prendeu Bido no comecinho da noite de quarta-feira, no morro do Matadouro, poucas horas depois dos disparos que mataram Luquinha e Leão. Pela versão oficial, o rapaz confessou o crime ainda no local do guenta.

Disputavam bocas

O crime rolou numa baia da rua Olavo Murilo Seára, pertinho do Caic do bairro Cidade Nova. Leão foi crivado com 13 tirombaços que atingiram cabeça, peito, barriga e pernas. Luquinha morreu com quatro balaços, três no peito e um no queixo.

Bido e Diogo chegaram numa motoca, entraram no quintal e, pela janela da baia, meteram bala pra cima de quem tava lá dentro, contou ao DIARINHO um pedreiro que levantava o muro da casa vizinha. Por lá estavam ainda um bebê de três meses, a mulher de Luquinha e a mãe dela, Marisandra Rodrigues, 43, que recebeu um balaço no braço e outro na perna.

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Na hora em que foi atingida, Marisandra segurava a criança no colo. O bebê precisou ser levado ao hospital porque caiu no chão. Felizmente, sofreu apenas ferimentos superficiais.

A polícia concluiu que o crime rolou por conta de uma disputa por pontos de droga no Matadouro, no bairro Ressacada.

Rapaz preso depois do crime disse que foi torturado pra confessar

Lucas Gomes, o Bido, deu ontem pela manhã uma entrevista ao DIARINHO. Ele negou que tenha sido um dos autores dos disparos que mataram Luquinha e Leão. Alegou que só confessou o crime porque foi torturado pelos policiais militares. “Fui obrigado a me entregar. Os caras me amarraram e jogaram água quente em mim. Como eu não ia confessar?”, acusou. Os policiais também teria colocado um saco plástico em sua cabeça para que ele não pudesse respirar. A PM nega a violência.

O delegado Osnei Valdir não acredita que a agressão tenha acontecido porque o exame de corpo de delito feito no rapaz, logo depois da prisão, não identificou nenhuma marca de violência. “É uma praxe o exame corpo de delito e ele também fez, mas não deu nada”, garante. “Ele foi questionado a respeito da prisão, mas não disse nada sobre isso. Eu não creio nessa versão apresentada por ele, até porque pra cada órgão de imprensa ele disse uma coisa diferente”, lascou o doutor Osnei.

O major Ibrain Franz Júnior, comandante interino da PM de Itajaí, garante que não houve abuso de autoridade por parte dos policiais. “Transcorreu tudo normal, sem problema nenhum”, disse, completando: “Isso é uma forma de desviar o foco do crime que eles cometeram, querendo alegar agressão”.

Bido ainda disse pro DIARINHO que era amigo de Luquinha e conhecia Leão. “Eram amigos meus. O Luquinha era bem próximo, bem amigo, e o Leão eu conhecia mais ou menos. Eu jamais mataria amigos meus”, jurou.

Mas pra polícia não há dúvidas quanto à culpa de Bido. O rapaz, diz o delegado, teria confessado o crime durante um bate-papo não oficial. “Formalmente ele nega, mas a gente conversou há pouco tempo e ele disse, numa boa, que matou”, afirmou o policial.

A tenente Raquel, da PM, informou que Bido foi preso na casa da mãe, no alto do morro do Matadouro. Oito policiais participaram da operação.“Ele confessou que imediatamente tinha dispensado a arma jogando no rio”, disse a oficial.


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