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Itajaí

Sushi bar de Piçarras descarta restos de peixe em terreno baldio no centro

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

O Osvaldo, morador de Balneário Piçarras, arrumou uma baita encrenca com o restaurante Kaori Sushi Bar. Ele denuncia que o estabelecimento de comida japonesa tá largando os restos do rango num terreno baldio e causando fedentina.


 

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O Kaori fica na avenida Getúlio Vargas. Segundo Osvaldo, o lixo produzido lá é abandonado num terreno baldio da avenida Emanuel Pinto, perto da casa dele.

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A fedentina se espalha por quilômetros, garante o morador, que afirma que o perrengue rola há quase três meses. De saco cheio, Osvaldo ameaçou recolher a lixarada e despejar tudo dentro do restaurante. “Isso é um absurdo, são dois, três sacos por noite com camarão, peixe e arroz”, reclama.

A dona Beatriz de Souza, 53 anos, é parceira de Osvaldo na luta contra a folgação. Ela diz que já perdeu a conta de quantas vezes ocupou o telefone denunciando o mau cheiro à vigilância Sanitária das Piçarras. A moradora revela que depois que começou o despejo de lixo, bichos nojentos, como baratas e ratazanas, começaram a aparecer na região da avenida Emanuel Pinto. “É como se eu passasse a depositar o meu lixo em outro endereço. Não tem cabimento”, lasca.

Procurada pela reportagem do DIARINHO, a proprietária do Kaori Sushi Bar, Juliana Correa, confirma que o lixo do restaurante é largado na avenida Emanuel Pinto, a dois quilômetros do bar. Mas ela garante que tudo é armazenado em sacos de lixo lacrados. Ela justifica a sua ideia de colocar lixo longe do estabelecimento dizendo que o caminhão do lixo passa quando o bar está em pleno funcionamento. “Não temos como deixar o lixo na frente do restaurante junto com os clientes”, alega.

Pra resolver o perrengue, Juliana achou conveniente colocar a lixarada num terreno baldio, numa área que considera pouco residencial.

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Lixeira é obrigatória, mas...

O fiscal da vigilância Sanitária de Piçarras, Francisco Assis, já sabe que tem gente jogando lixo no terreno da avenida Emanuel Pinto. Contudo, de acordo com o barnabé, a tchurma da prefa não viu comida japonesa entre os lixos jogados no tal terreno. Mesmo assim, Francisco disse que vai dar mais uma bizolhada, já que a moradora Beatriz reclamou do aparecimento de bichos.

Ele ainda revela que todos os bares, restaurantes e afins da city devem ter lixeira própria. Se isso não for possível, o lixo deve ser colocado na rua em sacos adequados e próximo ao horário de coleta, que na temporada rola na madruga.


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