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Itajaí

Polícia suspeita que Papagaio tá envolvido com explosões de caixas eletrônicos na região

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

O bandido phodão Claudio Adriano Ribeiro, o Papagaio, 45 anos, recapturado na tarde de sá­bado em Brusque, é suspeito de en­volvimento nas explosões a caixas eletrônicos que rolaram na região. “Como a onda dele foi sempre rou­bar carros-forte, a suspeita de que te­nha participação nas explosões dos caixas eletrônicos em Ilhota e em outras cidades pela região existe”, diz o delegado Diego Azevedo, da di­visão Anti-roubos do departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), de Floripa.


 

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Papagaio foi preso na tarde de sábado, numa ação conjunta en­tre o grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Ga­eco) da Capital, e as polícias Civil e Militar da Capital do Marreco e do Repolho Roxo. Ele acabou guentado enquanto saboreava um churrasco com amigos numa baia do bairro Li­meira. O bandido peixe-grande tava até ontem na penitenciária de São Pedro de Alcântara, esperando trans­ferência pro Rio Grande do Sul, onde tem a maioria das suas condenações por assalto.

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Tem seis fugas e 14 anos de crime

Papagaio é natural de Ivoti (RS), e em 1997 foi preso pela primeira vez durante um dos maiores assaltos a bando do estado, em Blumenau. Por esse e outros assaltos que cometeu no vizinho estado gaúcho, acabou condenado a 54 anos de cana.

Como trabalhou durante sua es­tadia na cadeia, acabou ganhando o arrego da diminuição da pena e, mesmo tendo sido preso há 14 anos, é como se já tivesse cumprido 16 anos da sua condenação total.

O bandidão deve ficar preso pelos próximos 10 dias no setor de tria­gem da penitenciária de São Pedro de Alcântra. Depois sijunta com os demais presos, sem qualquer esque­ma especial de segurança. Ainda não há previsão do retorno dele pro Rio Grande do Sul.

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Gosta de se mocosar pelaqui

Papagaio costuma sisconder na Santa & Bela após seus crimes. O cara tem propriedades e até comér­cios no estado. Mas, ultimamente, se abrigava em casa de amigos. Sua base seria a região de Brusque e Ca­nelinha. “Ele fica por aqui, mas a gente não sabe onde são suas propriedades. Ele anda para lá e para cá, vai para uma casa e de­pois para outra”, diz o delegado Diego Azevedo.

O último ataque a caixas eletrô­nicos na região rolou na sexta-fei­ra, em Ilhota. Papagaio é suspeito de ser um dos autores do crime. O alvo foram duas agências bancárias que ficam uma ao lado da outra, no centro. Cinco homens explodi­raram as máquinas cospe-dinheiro do Bradesco e da Viacredi. O valor levado de três caixas-eletrônicos não foi revelado.


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