Matérias | Política


Itajaí

O que rolou na Política nos três primeiros meses do ano?

Teve troca-troca de abobrões, picuinhas com vereadores, pé na bunda de barnabés, disputa por cargos e alianças de olho em 2012

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

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Dos 26 abobrões empossados pelo governador Raimundo Colom­bo (DEM) no início do mandato, nenhum mora ou atua na região da associação dos municípios da região da foz do rio Itajaí (Amfri).

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Pé na bunda

Logo que foi reeleito presidente da câmara de Balneário Piçarras, Oscar Francisco Pedroso (PMDB) saiu demitindo os barnabés. O manda-chuva garantiu que tava dando pé na bunda da galera por­que precisava economizar bufun­fa pra construir a sede do legisla­tivo. Ele só iria descansar quando ficasse apenas um assessor pra atender todos os nove vereadores da city.

Aliança inesperada

O mesmo partido que tentou der­rubar Edson Periquito (PMDB) na luta pela prefa, em 2008, e que de­pois moveu um processo pedindo a cassação do homem-pássaro, se aliou ao prefeito de Balneário Cam­boriú. De quebra, o partido ficou com três secretarias: Planejamento, Educação e Turismo.

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Briga no ninho

O ex-prefeito de Camboriú, Ed­son Olegário (na época do PSDB), quebrou o silêncio e declarou guerra à atual prefeita da city, Luzia Coppi Mathias (PSDB). Ele acusou a tucana de traição e de­clarou que colocou Luzia na prefa e, da mesma forma, tiraria a muié do posto.

Vereadora perseguida

Beloni de Fátima da Silva (PT) rompeu um acordo do partido nas eleições da mesa diretora da câma­ra de Itapema. A petista disse que, por causa disso, o prefeito Sabino Bussanelo (PT) determinou que os funcionários comissionados da prefa que foram indicados por ela fossem exonerados. Uma das que levou um pé na bunda foi a irmã da vereadora.

Pediu pra sair

José Roberto Provesi caiu fora da turma de abobrões do governo Jan­dir Bellini (PP). Ele entregou o boné, mas ficou uns dias a mais no posto até o prefeito anunciar o novo nome pra comandar a pasta da Educação. Nove dias depois, Edison d’Ávila (PP) entrou no lugar do ex-reitor da Univali – apesar de ter dito num “en­trevistão” do DIARINHO que, se fos­se pra assumir a Educação, preferia sair da prefa

Promessa de político

O governador Raimundo Co­lombo colocou um ponto final no boato de que iria sair do DEM. No microblog Twitter, postou que que­ria fortalecer a sigla. “Não é minha vontade trocar de partido”, jurou. Em 02 de março, reafirmou a per­manência após reunião do Demo­cratas. Mas não foi bem isso que aconteceu meses depois...

Pavan siquebrou

O ex-governador Leonel Pavan (PSDB) ficou nervosinho durante um plá da executiva estadual do partido. Numa discussão com o deputado Marcos Vieira (PSDB), ele se descontrolou, deu uns socos na mesa e quebrou dois dedos. O mesmo deputado tentou desban­car Pavan no comando do ninho tucano, no mês seguinte. Mas per­deu a disputa.

Bateu o martelo

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) acei­tou a denúncia de crime eleitoral contra o deputado estadual Dado Cherem (PSDB). A acusação, que rola na justa desde 2008, é de que o tucano teria comprado voto quando concorria à prefa de Balneário Camboriú.

Enfim o abobrão

Depois de quase dois meses, o go­vernador enfim anuncia que Fabrício de Oliveira (PSDB) é o novo chefão da SDR peixeira. A posse do tucano só rolou no dia 10 de março. Na ceri­mônia, Leonel Pavan (PSDB) e Jandir Bellini (PP) roubaram a cena e prota­gonizaram uma troca de farpas, pu­blicamente.

Barca do Periquito

Balneário Camboriú invadiu os Isteites por 11 dias. Dos 27 viajantes, cinco foram banca­dos pelo povão. A prefa gastou quase R$ 25 mil pra arcar com as despesas do prefeito Ed­son Periquito (PMDB) e dois bagrões, o pro­curador jurídico José Ernesto Pereira Filho e o abobrão do Planejamento Urbano, Auri Pavo­ni (DEM). Já a câmara soltou quase 18 mil re­ales pra bancar os vereadores Orlando Angio­letti (DEM) e Dão Koeddermann (PSDB). Ao todo, os cofres públicos de Balneário ficaram R$ 42.491,96 mais pobres.

Levaram a melhor

Com uma vitória apertada, o vereador Dão Koeddermann (na época no PSDB/ Balneário Camboriú) foi eleito presidente do parlamento da macro-região da foz do rio Itajaí (Parlaamfri). Dão e seu vice, João do Posto (PSDB/Navegantes), receberam 41 votos, contra 37 pra chapa adversária, dos vereadores Vânio César Vieira (PT/ Itapema) e Marcos Paulo da Silva (PT/Na­vegantes).

Crônica de três meses de cobertura política na região

O primeiro trimestre foi cheio de cerimônias de posse. O novo satff do governo esta­dual, os deputados – uns ree­leitos, outros novos no posto. Depois, a disputa foi intensa pelas vagas dos cargos de confiança. E o que mais evi­denciou essa queda de braços (nem um pouco maquiada!) entre as siglas partidárias foi a briga pelo comando das se­cretarias de Desenvolvimento Regional (SDR).

O DEM tinha por certo que indicaria o secretário da SDR de Itajaí. O PSDB não tinha dúvidas que manteria o “cargo mór” da Regional. Ao mesmo tempo em que estava lançada a guerrinha dos partidos que formaram a Tríplice Aliança – que elegeu Raimundo Colom­bo (na época, do Democratas) – começou a briga geográfica: Dalva Rhenius (hoje no PSD) dizia que o novo secretário podia até não ser do DEM, mas que tinha de ser alguém de Itajaí. Ela era apoiada pelo prefeito Jandir Bellini (PP). Orlando Angioletti (DEM) queria ser o chefão da SDR, representando Balneário Cam­boriú. E o ninho tucano que­ria continuar com o direito de indicar e colocar alguém da turma de Leonel Pavan (PSDB). E os tucanos levaram a melhor. Fabrício Oliveira (PSDB) se afastou do legisla­tivo de Balneário e assumiu o leme da SDR.

A batalha recomeçou. De maneira menos gritante, as si­glas disputaram cada um dos cargos para a equipe da Re­gional de Itajaí. Na luta para apontar o nome do secretá­rio-adjunto, o PMDB levou a melhor. E a ex-vice-prefeita Eliane Rebello (PMDB) pas­sou a ser o segundo nome na pirâmide hierárquica da SDR. No entanto, tudo aconteceu de forma tão demorada que parecia ressaltar o pouco-caso de Colombo com as Regionais. E aí não dá para ignorar que, quando senador, o atual go­vernador de Santa Catarina di­zia que as SDRs não passavam de cabides de emprego. Será que mudou de opinião?


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