Matérias | Polícia


Itajaí

PM mata bandido durante troca de tiros

Gerente do restaurante conta como viu a morte de perto por duas vezes ontem pela manhã. Outro criminoso tá malemal no hospital. Um terceiro fugiu

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

Dois bandidos mortos e um que siscapuliu durante uma troca de tiros com a polícia Militar do Bal­neário Camboriú. Assim terminou o assalto frustado que rolou ontem pela manhã no restaurante chiqueto­so Chef Waldermar, na Via Gastronô­mica, na Vila Real. O momento mais tenso da ação foi quando, durante a negociação com a PM, um dos dos bandidos apareceu numa das portas do restaurante apontando a arma para a cabeça de um dos nove re­féns, ameaçando matá-lo.


Era perto das 10h quando os ban­didos invadiram o restaurante pela cozinha. Eles estavam de cara lim­pa, com armas em punho e logo anunciaram o assalto. “Mandaram não olhar pra eles e ir pro depósito ...

 

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Era perto das 10h quando os ban­didos invadiram o restaurante pela cozinha. Eles estavam de cara lim­pa, com armas em punho e logo anunciaram o assalto. “Mandaram não olhar pra eles e ir pro depósito”, conta a cozinheira I., 36, que foi a primeira a vê-los. Ela e outros sete funcionários foram levados pro de­pósito. “Um deles ficou lá apontando a arma pra nossa cabeça”, lembra a cozinheira com lágrimas nos olhos. Enquanto isso, os outros dois ladrões foram até o escritório onde estava o gerente G.S.O.

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Pros funcionários do restaurante, tudo indica que os bandidos estavam de tocaia, já que a porta da cozinha costuma ficar cadeada e somente foi destrancada pra receber uma carga de verduras. “Eles deviam estar es­perando, porque aproveitaram que a porta estava aberta pra entrar”, co­menta S, 41, também cozinheira.

Mas foi o gerente quem passou pelo pior. Por duas vezes viu a mor­te de pertinho. Na primeira, conta­va a dinheirama do final de semana quando foi surpreendido pelos ban­didos de arma em punho. “Eu estava

no escritório. Só vi quando eles já estavam lá dentro”, contou ao DIA­RINHO, completando: “Foi a pior ex­periência da minha vida. Botaram a arma na minha cabeça e pediram o dinheiro”.

Vizinho chamou a polícia

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Um vizinho que viu os criminosos entrando no Chef Waldemar com a arma na mão, avisou à polícia. Quando a PM cercou o restaurante, G. passou pelo segundo estresse. Na breve e frustrada negociação com os homidalei, um dos assaltantes levou o gerente até uma porta late­ral e ameaçou estourar seus miolos. “Eles começaram a discutir. Ele esta­va com a arma na minha cabeça. Foi horrível”, relatou G.

Sem negociação

A negociação com a PM foi frus­trada. “Pedimos que entregassem as armas, mas eles não quiseram conversa”, contou o tenente Geraldo Rodrigues Alves, que participou do cerco aos bandidos.

A conversa entre ladrões e polícia foi seguida de um tiroteio. O bandi­do que tinha G. sob a mira do revól­ver largou o gerente e tentou escapar correndo. Pela versão oficial, na fuga o ladrão meteu bala pra cima dos homidalei. Acabou levando três ba­laços no bucho e morreu no quintal de uma baia vizinha.

Até ontem à tarde, o bandido não tinha sido identificado. Com ele foi recolhida uma arma calibre 38 e cerca de 300 pilas roubados do restaurante.

O assaltante Elias Luis Schats, 27, também tentou fugir na correria e mandando tiro na polícia. Não foi longe. Levou um tiro na barriga e caiu ainda perto da porta do restau­rante. Ele foi socorrido pelo pessoal do Samu e levado pro hospital Ruth Cardoso. Ontem à tarde, Elias pas­sou por cirurgia e continuava male­male. Por conta disso, ainda não foi ouvido pelos homidalei.

Helicóptero foi usado pra caçar bandido que siscapoliu

O terceiro assaltante conseguiu siscapulir. S., uma das funcioná­rias do restaurante, ao perceber a chegada dos bandidos se escon­deu próxima à maquinha de fritura das batatas. De lá, agachadinha, viu quando o bandido arrebentou o forro da cozinha e siscapuliu pelo teto. Os policiais reviraram o Chef Waldemar e não encontraram o assaltante.

Um vizinho contou à polícia que viu um homem entrar num carro branco, que estava no meio do ma­tagal que tem nos fundos do restau

rante. O cara simandou em alta velô pouco depois do tiroteiro. .

A polícia Militar chegou a usar o helicóptero Águia, com atiradores de elite, pra caçar o bandido fugido. O avião de rosca rodou por quase uma hora na região, voou sobre os mata­gais e as margens do rio Camboriú. Mas o criminoso não foi encontrado.

Bandidos sabiam da rotina

Logo depois do tiroteio, policiais civis foram até o restaurante e con­versaram com os trabalhadores que ficaram como reféns dos bandidos. O delegado Márcio Colatto abriu um inquérito e ainda esta semana vai co­meçar a ouvir testemunhas e os PMs que participaram da troca de tiros com os assaltantes. O dotô não des­carta a possibilidade que os bandi­dos sabiam da rotina do restauran­te. “Ninguém veio do acaso. Com certeza foi algo bem premeditado”, comentou.


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